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Lástimas, Tristezas: Sublinhando Arlindo Vieira…

Sunday, December 26th, 2010

Lástimas, Tristezas



"Eu, retiro-me, e esta será provavelmente a última vez que ouvirão falar num tipo chamado António Russo, que era federado, que sempre gostou muito de xadrez, mas que se fartou de todo o cenário dantesco que o envolvia."
António Russo

Vou quebrar uma regra que a mim próprio tinha imposto quando criei este blogue: só falar de xadrez longe da esfera do xadrez português actual tal como o vejo e sinto. E o que aqui vai, é uma resposta ao António Russo, amigo de Xadrez de longa data e, alguém que ao longo dos anos, quer na Luso-Xadrez, quer noutros Fórum da modalidade, tem lançado ideias, propostas, sugestões que visavam a melhoria organizativa e o progresso do nosso amado xadrez, quase sempre em vão, diga-se.

Esta resposta pelo seu exagerado número de caracteres não entrou na caixa de comentários do Blogue da Casa do Xadrez. Assim , isto foi escrito de rajada, de raiva, e antes de mais nada, deixem que escreva o que sinto do Xadrez Português a nível organizativo e competitivo: Uma Lástima!

E mais não digo, dizendo o óbvio: antes da organização, é preciso renovar o tecido pessoal do dirigismo que anda há demasiado tempo no xadrez. Há comodismo, rotineirice, mais do mesmo no xadrez português. É preciso com urgência gente nova, novas dinâmicas de pensar e ver o xadrez, novas formas de estar no dirigismo no xadrez português, independência em relações a "Masters Voices" que nos cadeirões do poder, ou por trás deles, mexem cordelinhos, impõem vontades, muitas vezes numa democracia de valor muitíssimo duvidoso, por não serem ouvidos os xadrezistas, ou mesmo os clubes. Depois, depois são os acordos de ocasião, os interesses mesquinhos unipessoais ou conjecturais a sobreporem-se ao interesse do xadrez português.

O que se vê de objectivo? Um xadrez estagnado, a passo de caracol, uma competitividade que não existe, uma falta gritante de progresso ( a crise de 2200) por não aposta nos jovens a partir de determinada altura ( e se há algum, casos do Ruben e de um outro que não digo o nome, para não ferir susceptibilidades, mas que adivinham, do bolso dos Pais lhes saiu-sai, com treino particular), um Nacional da 1ª Divisão que é das competições mais falsas e manhosas do xadrez Português, mostrando um verniz que estala no primeiro "beliscão", subsidiário de "tetas" camarárias de alguns, que quando secam, levam à extinção do Clube, os resultados pouco afamados de xadrezistas portugueses, que não se analisam, ou quando analisados são sempre "alindados" para a fotografia, sites de xadrez associativos ou da própria Federação que são aquilo que se pode chamar o grau Zero da insanidade xadrezista-aquilo parece feito para "atrasados mentais" (com o respeito que tenho pelos mesmos), ou se quiserem, este ambiente de xadrez requentado, banho-maria, "tá-se bem" em que vive o xadrez português vai para décadas.

Depois, depois sempre as mesmas queixas, os mesmo problemas, mas também os mesmos rostos, as mesmas caras, as mesmas metodologias de dirigir, de pensar, de ver o xadrez, mesmo que sejam as mais bacocas que existam. E ainda depois, esta questão para a qual ainda não encontrei resposta: Mas não aparece e gente nova para o dirigismo do xadrez, porque não quer, ou....uma certa instalação no poder de alguns, não deixa, ou não quer que se destape certas caixas de pandora de más gestões?
Não sei!


Sei que conheço o António Russo e sei que o percebo. Sei o que este homem trouxe ao Xadrez, sei o que foi (é) o Luso Xadrez, sei o quanto ama o xadrez, na mesma proporção que sei aqueles que sempre viveram na sombra, nas manobras, na ambição de, ou no "bem-bom" de viver com o "cú virado para o céu", xadrezisticamente falando, de ter a sorte-grande e terminação subsidiária, que outros nunca tiveram, ou mesmo de ocupar cargos que sempre ambicionaram.


Tudo bem, agora o que não suporto é depois o discurso do "ir empurrado", o de estar a prestar um grande serviço, o sacrifício na cruz! Não! Conheço muito bem certa gente listável federativa os associativa. Vão para lá sempre contrariadas, sempre perfiláveis, mesmo sem ter perfil nenhum , nem a mínima ideia do que pretendem, de estratégia a impulsionar. Depois, depois, até se adere porque sim, porque se é amigo, camarada, porque é preciso completar lista. Depois e ainda, perante enormidades, envergonhados, abanam-se ombros, abdicam-se ideias próprias e como Erasmo no Elogio da Loucura, passam-se a cortesãos rastejantes de omnipotente príncipe.

Nunca, mas nunca hei-de perceber nas organizações o que fazem vice-presidentes, secretários, Conselhos disto e daquilo perante ditadorzecos-estalicas de meia-tigela! Como nas actas das direcções ou dos órgãos ( isso ainda existirá?) é tudo tão cordato, tudo tão anémico, ou talvez, tudo deva parecer assim , mesmo que se tenha de dar volta ao texto!

Não sei. Nem quero saber. Sei apenas que em relação ao dirigismo do xadrez ( e obviamente não me estou a referir às pessoas, "porreiras", "fixes", venerandas que sejam), algumas-muitas, não as convidada sequer para organizar as refeições diárias dos meus dois gatos! Matavam-me os bichos a comida seca por rotina, por dado adquirido que é assim! Mas o extraordinário, é que se calhar matavam-me a gataria e continuariam a matar a tartaruga, o hamster, o cachorro, com o mesmo método, porque eles acham que é assim que a bicharada deve estar entregue! Persistência, resiliência à mudança, auto-mentalização da sua imprescindibilidade. Sem nós era o caos!

E chega. Aqui a minha resposta ao mail do António Russo. Amargo e rude, que jeito, só para Kupreichik,Spassky, memórias, ternuras e afins.

"Só me admirei de o Russo ainda continuar! Nada surpreendido com a sua decisão, porque o Russo no xadrez, não é , nem nunca foi um peão de brega!! No Xadrez português, onde abundam Cavalos mais parecidos com burros, "Reis" de triste figura, enrocados em ambições mesquinhas, em "mamas" subsidiárias-camarárias e "Damas" pouco abispadas que se deixam pensar pelas cabeças oco-pensantes da masculinidade indigente que vai governando o xadrez, a peça vertical de madeira nobre que é o António Russo, nada tem a ver com este xadrez plastificado, anémico, quadrado e hipócrita que vai campeando neste tabuleiro carunchoso que se chama xadrez português!


Como não estar de acordo com tudo o que escreve? Ver os saltos mortais de companheiros meus que antes eram lúcidos no que escavavam de ossário do xadrez português, agora cordatos, submissos, quase envergonhados pelo xadrez "estar a norte", nem sequer me chateia, deprime-me, mas...tiro-lhes a bissectriz ética e guardo para mim o resultado.


Dizia vai para um ano o Galego que assim o Xadrez Português, não ia a lado nenhum, acabava salvo erro em 2012!

Mas o xadrez Português está acabado desde o passado recente putrefacto no presente e nado-morto no futuro! Tenho para mim que todos estes "cotas" monumentos recentes que vão governando o xadrez português, de forma escondida, velada, de poderes e micro-poderes subreptícios, de cu-cadeiral associativo, ou federativo, do ontem degrau superior, onde escadote inferior, "desde que"...toda essa gente deveria deixar o xadrez, o fazer mal ao xadrez!

Desapareçam, abandonem, vão para o Tibete fazer meditação sobre a arte de amar o xadrez, porque uma grande maioria, não gosta do xadrez,da sua essência, da sua intrínseca beleza, gostam sim do a jusante e montante do xadrez, do poder (tristes figuras!), de ambições para, do pavonear-se nos salões onde outros gastam neurónios (neles, os Mandatários, vão rareando!) num dos grandes amores das suas vidas-o xadrez!

António Russo, Eu, farto desta gente, que faz de Leis, Actas, Assembleias-Gerais, autênticos rituais de poderzinhos feudais, do ontem verdade-hoje verdade-assim-assim-amanhã mentira, farto de todos estes coitados (dizem-se, sentem-se eles) que carregam o xadrez português às costas, que se sacrificam tanto por nós, que nem vida pessoal ou sexual têm devido ao desvelo com que nos tratam, ao afinco com que têm conduzido o xadrez à glória,ao "estrelado"-estatelado, à sua afirmação social!

Um "Rafael-Bordalo Pinheiro" para todos vocês!

Ai se não fossem os jogadores, alguns clubes, meia dúzia de dirigentes-resistentes de alguns clubes, algumas "personalidades" que amam mesmo no xadrez, no seu silêncio, no canto dos seus blogues, naqueles que pagam do bolso para ter o prazer de jogar xadrez...e vocês mandatários do xadrez português, vocês... nem existiam! Lá se ia a vossa visibilidade, os vossas aspirações "acaciozinhas"!

Pois não? Não jogais nada, não percebeis peta do xadrez, culturalmente falando, uma espécie de "Tony Carreira" da modalidade, o que vos resta? O desmando do mando e em bicos de pés uns, furtivamente de esquina outros, aí estais! Parabéns!

Mas apesar da área de História, não gosto lá muito de "dinossaurios", fósseis!
Assim, António Russo, como me admirar com a tua atitude?! Valeu pena teres ideias, lançares sugestões para a melhoria do Xadrez Português!? Aquilo não entra no mofo intelectual de muita gente do Xadrez que tem levado a modalidade ao estado em que ela está! Chega a uma altura em que isto cansa, dói, deprime!


E depois lá vem a ladainha de que só se ataca, que quem critica deveria ir para lá fazer melhor, que não havendo melhor que remédio, que as pessoas até são “porreiras”, good guys-girls”, como se não percebessem que não são as pessoas que estão em causa, mas o que miseravelmente vão não fazendo pelo xadrez, pelo que de anafado têm de visão da modalidade, e sobretudo pelo que não entendem do xadrez, querendo dele servir-se, não o servindo, mas pensando que sim!


Assim António Russo, solidário contigo! Sei que não abandonarás nunca o Xadrez, porque amador a sério, intrínseco na tua personalidade.
Pode ser, pode ser que gente nova venha insuflar ar fresco no xadrez Português e algum dia nos encontremos frente a frente num tabuleiro num torneio de veteranos!

Um Grande Abraço e um Natal cheinho de Ternura do Teu Sempre Amigo:
Arlindo Vieira "

Só um pequeno aviso: Este blogue é meu, a minha casa xadrezista virtual. Não responderei a provocações, nem alimentarei polémicas. Tenho esta opinião que é minha, contestável que seja. Afastei-me do xadrez competitivo por motivos relacionados com a minha vida pessoal, mas também por uma certa náusea de um certo dirigismo federativo que chegou a ser ofensivo à minha inteligência quando fui vice-Presidente do meu GXP. Sabe-se a Luta nem sempre compreendida do GXP contra determinadas situações na FPX da altura, sabem os meus colegas de Clube que não aprecio minimamente como dirigentes certas pessoas que estão na actual FPX (e bem pressagiamos na Direcção do meu GXP,que algumas queriam chegar onde chegaram!), bem como todo o processo inacreditável como se chegou a esta equipa, mesmo que dela façam parte um ou outro elemento do meu Clube.

Quebrei a regra, está quebrada.


por Arlindo Vieira
in http://xadrezmemoria.blogspot.com/2010/12/lastimas-tristezas.html

António Russo abandona…

Tuesday, December 21st, 2010

Santarém, 20-12-2010

Tive sérias dúvidas se deveria ou não escrever este texto...

Confesso que tenho muito pouca paciência para discutir regulamentos, associações, federações, legalismos bacocos, e demais atentados contra a liberdade no xadrez.

Os regulamentos e legislação devem existir para servir uma comunidade e nunca o contrário.

Entendo as diversas organizações como forma de aglutinar TODOS os xadrezistas e não como matéria de divisão.

Confesso ainda que li na diagonal todos os mails que me foram endereçados pelo Rúben Elias, e que a maioria são coincidentes com a minha posição desde o primeiro momento.

Quero esclarecer apenas que me fartei do xadrez de cordel em que a FPX se transformou após a saída do Dr. Luís Costa.

Sobre este presidente, quero esclarecer que admito que tenha cometido inúmeras ilegalidades, que por vezes o tomasse como tendo ideias megalómanas, mas de uma coisa nunca duvidei: o homem gostava de xadrez (à sua maneira) e procurou elevar dentro das suas possibilidades o xadrez a um patamar superior.

Se o conseguiu ou não, não me compete analisar. Haverá certamente pessoas muito mais habilitadas do que eu.

A minha opinião pessoal é que com todas as vicissitudes de forma, esse presidente procurou o que achava melhor para o xadrez, e mais importante, ouviu os xadrezistas e as suas propostas, independentemente do mais absurdas que pareciam ser.

Relembro a discussão que na altura tive com ele, acerca da forma de comunicar os resultados dos encontros dos nacionais por equipas.

Esgrimimos argumentos, eventuais problemas, e no final reconheceu que a minha proposta era a correcta, e ainda hoje está em vigor.

A partir daí, comecei a ver a Direcção da FPX como uma dança de cadeiras ocupadas por autistas que se julgavam estar muito acima dos xadrezistas e dos clubes!

Grupos de interesses, pessoas bem intencionadas que foram “nokauteadas” e abandonaram a modalidade, e muitos bajuladores com interesses directos e que adaptam os regulamentos e as iniciativas, aos seus interesses pessoais/grupais.

Por diversas vezes, e através de diversos meios fiz chegar propostas do que deveria ser a competição em Portugal.

Na maior parte das vezes, o que consegui foi animosidade como se o meu interesse fosse apenas dizer mal.

Disso fui acusado, e de muitas outras coisas, inclusivé de procurar protagonismo...

Só quem não me conhece, e que não faz ideia do meu perfil pessoal o pode dizer.

Mas tudo valeu! De tudo fui acusado, e tudo serviu, inclusivé atacar, e prejudicar um clube que tenta sobreviver sem qualquer apoio estatal ou privado.

Mas passemos ao que interessa que a introdução já vai longa...

Há 3 ou 4 anos fui provavelmente a primeira e única pessoa a insurgir-me contra um regulamento feito em cima do joelho e que nada tinha a ver com os legítimos interesses da maioria dos xadrezistas ou dos clubes.

Procurei numa 1ª abordagem chamar os responsáveis à razão de uma forma divertida e que não melindrasse ninguém.

O humor é talvez a única forma que conheço do fazer...

Fiquei a falar sózinho e nessa altura nem reacções negativas sofri. Simplesmente fui ignorado!

Depois, passei a demonstrar a forma como o famigerado artigo 36º foi aprovado (à boa forma partidária) , quais os votos a favor, quais os votos contra (Zero!!!) e os votos “nim”.

Aí, já a coisa piou mais fino!

A “golpada” foi desmascarada e alguns já saltaram da toca. Os interesses tinham sido postos em causa! Os responsáveis nunca deram a cara e mandaram os seus lacaios como tropa de choque.

A FPX em nome “dos jovens” passou a alimentar uma série de pessoas e os resultados financeiros e competitivos estão à vista!

Muito haveria a dizer sobre a relação custo/benefício,mas isso ficará para outros...

Relembro apenas que foi proposto um modelo de competição que não só resolveria a actual situação de polémica em que ninguém se entende, como, no futuro seria um modelo adaptado à situação portuguesa.

Faço só notar que o modelo “futeboleiro”, com 3 divisões e distritais só deveria ser aplicado com centenas/milhares de equipas.

Num panorama como o nosso, a pirâmide não se justifica.

Não temos equipas suficientes e com qualidade que alimentem o modelo.

Mas, acredito que a situação ainda irá piorar.

A partir de agora, além da claúsula polémica, vamos ter mais torpedos para afundar o xadrez!

Com a exigência de que todos os clubes apresentem estatutos e publicações em Diário da República, vamos assistir a que mais umas dezenas de clubes com situação irregular desapareçam da competição.

É o custo da subsidio-dependência deste Estado irracional.

Para concluir, quero apenas dizer-vos que escusam de me responder, ou de procurar envolver-me em qualquer tipo de polémica.

Para esse “peditório” já dei! Não quero protagonismo, nem pretendo continuar a ser um “Quixote do xadrez”.

Espero apenas que reflictam, que pensem no interesse de toda uma comunidade: xadrezistas semi-profissionais, amadores, clubes semi-profissionais e clubes totalmente amadores.

Este nobre jogo, ou desporto, merece que não o deixem morrer. O xadrez está muito acima de FPX’s, IDP’s, APMX’s e outras siglas que pouco me dizem.

Eu, retiro-me, e esta será provavelmente a última vez que ouvirão falar num tipo chamado António Russo, que era federado, que sempre gostou muito de xadrez, mas que se fartou de todo o cenário dantesco que o envolvia.

Deixo de ser federado, e por isso não tenho o direito de opinar sobre os meandros federativos.

A todos os que verdadeiramente gostam de xadrez, e que sei que são muitos, aqui vai o meu abraço.

António Russo

A FPX está ou não a cumprir os Regulamentos do C.N. EQUIPAS 2010-2011 ?

Friday, November 12th, 2010

http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTl3cggdgRztHt_sbjs2yopoaZUNsBgdJBgfbq2RSTO23c3CWyndA


Transcrição do email do Rúben Elias à FPX - ainda sem ter recebido qualquer tipo de resposta. Nem que seja um "Estamos a analisar, obrigado" - NADA !



« Boa noite caros senhores da federação Portuguesa de xadrez.

Envio-vos este e-mail com o conhecimento anónimo de mais 414 pessoas diferentes ligadas ao xadrez.

Mesmo que não me respondam e deixem a situação andar, pelo menos não poderão dizer que não foram contactados!
O numero de pessoas ligadas á modalidade que estão a receber este e-mail (de norte a sul do país e ainda do arquipélago dos Açores) ,dará pouco espaço para isso!


O que reclamo é que verifiquei com estranheza o escalonamento por divisões no campeonato nacional por equipas 2010-2011,quando sei de antemão que algumas equipas não cumprem o pressuposto no artigo 36ºdo regulamento de competições.

Também é muita estranha a frase escrita na página da federação (http://fpx.weebly.com/) que diz o seguinte:

"Solicita-se a todos os interessados que confiram as listas, e caso discordem de qualquer situação apresentem por escrito (fpx.competicoes@gmail.com), até ao dia 12 de Novembro de 2010 o seu parecer.
Findo este prazo não serão aceites quaisquer reclamações, passando as listas a ter carácter definitivo."

Parece que a partida sabem das ilegalidades que estão a cometer,mas se ninguem reclamar, elas "passam"!

Nos diversos anos que já levo desta modalidade,já vi jogadores ganharem partidas de semi-rápidas e de rápidas com lances ilegais.
Basta o adversário não ver e "passa"!

Mas como confio na seriedade dos actuais dirigentes federativos,não estou em crer que estejam a tentar fazer um lance ilegal,mas sim que toda esta situação seja fruto de "desatenções" (coloquei entre aspas esta palavra,porque foi exactamente o que um grande senhor ligado ao xadrez no norte do país me disse hoje mesmo via telefone para classificar esta situação).



Recordo alguns epísódios.

-Dia 1 de Outubro de 2008 entrou em vigor um novo regulamento de competições (que podem verificar aqui ) que dizia o seguinte nos pontos 5 e 6 do Artigo 36 (Inscrições de Equipas no Campeonato Nacional por Equipas):

"5. Para inscrição de um clube no Campeonato da 1ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior, de 15
jovens diferentes pelo menos, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é
feita com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0
jovens; época de 2009-10: 5 jovens; época de 2010-11: 10 jovens).

6. Para inscrição de um no Campeonato da 2ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior de pelo
menos 8 jovens diferentes, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é feita
com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0 jovens;
época de 2009-10: 4 jovens)."

Os sublinhados foram de minha responsabilidade,estando transcrito integralmente o regulamento como podem comprovar.

O regulamento é mais do que claro que para as equipas se inscreverem na I Divisão 2010-2011 tinham de ter tido 10 jovens diferentes a jogar os "nacionais, regionais ou distritais de jovens" na época passada, e para se inscreverem na II divisão 2010-2011 ,teriam de ter tido a jogar as mesmas provas 8 jovens diferentes (já não há qualquer regime transitório para a inscrição dos clubes nesta época).



-Posteriromente foi lançado um novo regulamento de competições que entrou em vigor dia 15-10-2010 ( como podem comprovar aqui ) em que o senhor engenheiro Antão (presidente da fpx) assinou (e até sublinhou!) as seguintes palavras:

"Nota Importante - Juridicamente não se pode retirar direitos às equipas que os obtiveram de acordo com o actual RC"

Inclusivé o ponto 3 do Artigo 55 (Transição para o novo quadro competitivo) diz (e eu sublinho pela importância que têm) o seguinte:

"3. Os efeitos de alteração do artº 36º do anterior Regulamento de Competições só se farão sentir na relação com a época 2011/2012"

Em suma,como estamos na época 2010-2011 (desde o dia 15 de Outubro) e como não se pode retirar os direitos às equipas que os obtiveram de acordo com o regulamento de competiçoes que estava em vigor na época passada (altura em que decorreram os nacionais por equipas e onde se efectuavam as descidas e subidas mediante as regras em vigor),questiono a federação Portuguesa de xadrez se todas as equipas que estão apuradas para a I e II Divisão em 2010-2011 cumprem as já expostas condicionantes ás inscrições.

Caso não estejam a ser respeitadas as condicionantes de acesso á I e II Divisão,então a federação Portuguesa de xadrez está a brincar com todo o trabalho que os clubes cumpridores tiveram de fazer para a obtenção de jovens,de forma a cumprir os regulamentos!

Se assim é,pode ser que futuros incumprimentos regulamentares sejam feitos nas provas da federação Portuguesa de xadrez e não haja mural depois para a federação os fazer cumprir!

A titulo de exemplo recordo na série em que joguei em 2009-2010,sei de várias equipas que não cumpriam os acessos á II Divisão,pelo que gostaria que reapreciassem a classificação que está aqui .

Recordo inclusivé que um certo dirigente de um clube desta referida série já inviabilizou no passado a inscrição de outros clubes devido ao não cumprimento regulamentar em vigor e desta vez mantêm o silêncio sobre esta situação!

Porque será?!

Que suba a equipa que se apurou mediante as regras em vigor,é o que desejo nesta e em todas as outras séries.





Para finalizar,esclareço o seguinte:

1ºEstou a efectuar este protesto a titulo pessoal (Rúben Elias,jogador filiado na federação Portuguesa de xadrez com o numero 22100) e não em representação de qualquer clube ou outro órgão.

Inclusivé a fpx diz no seu site que "Solicita-se a todos os interessados que confiram as listas, e caso discordem de qualquer situação apresentem por escrito (fpx.competicoes@gmail.com), até ao dia 12 de Novembro de 2010 o seu parecer."

Considerem-me então um "interessado" que conferiu as listas e reclamou dentro do prazo.

2º Sempre fui e sou totalmente contra as condicionantes impostas aos clubes no extinto artigo 36º do regulamento de competições e fico bastante satisfeito com a sua abolição nesta época que se repercutirá na época 2011-2012.

Os jovens é algo de salutar que os clubes tenham,mas em minha opinião, não devem ser obrigações para um clube se inscrever num campeonato nacional de equipas.

Mas temos de cumprir as regras em vigor quando estamos a jogar!

Ou será que não?

Que essa pergunta seja respondida pelos caros senhores da federação Portuguesa de xadrez!



Com os melhores cumprimentos a todos os membros da federação Portuguesa de xadrez e a todas as outras pessoas que recebem este e-mail em bcc

A FPX está ou não a cumprir os Regulamentos do C.N. EQUIPAS 2010-2011 ?

Friday, November 12th, 2010
Transcrição do email do Rúben Elias à FPX - ainda sem ter recebido qualquer tipo de resposta. Nem que seja um "Estamos a analisar, obrigado" - NADA !

« Boa noite caros senhores da federação Portuguesa de xadrez.

Envio-vos este e-mail com o conhecimento anónimo de mais 414 pessoas diferentes ligadas ao xadrez.

Mesmo que não me respondam e deixem a situação andar, pelo menos não poderão dizer que não foram contactados!
O numero de pessoas ligadas á modalidade que estão a receber este e-mail (de norte a sul do país e ainda do arquipélago dos Açores) ,dará pouco espaço para isso!


O que reclamo é que verifiquei com estranheza o escalonamento por divisões no campeonato nacional por equipas 2010-2011,quando sei de antemão que algumas equipas não cumprem o pressuposto no artigo 36ºdo regulamento de competições.

Também é muita estranha a frase escrita na página da federação (http://fpx.weebly.com/) que diz o seguinte:

"Solicita-se a todos os interessados que confiram as listas, e caso discordem de qualquer situação apresentem por escrito (fpx.competicoes@gmail.com), até ao dia 12 de Novembro de 2010 o seu parecer.
Findo este prazo não serão aceites quaisquer reclamações, passando as listas a ter carácter definitivo."

Parece que a partida sabem das ilegalidades que estão a cometer,mas se ninguem reclamar, elas "passam"!

Nos diversos anos que já levo desta modalidade,já vi jogadores ganharem partidas de semi-rápidas e de rápidas com lances ilegais.
Basta o adversário não ver e "passa"!

Mas como confio na seriedade dos actuais dirigentes federativos,não estou em crer que estejam a tentar fazer um lance ilegal,mas sim que toda esta situação seja fruto de "desatenções" (coloquei entre aspas esta palavra,porque foi exactamente o que um grande senhor ligado ao xadrez no norte do país me disse hoje mesmo via telefone para classificar esta situação).



Recordo alguns epísódios.

-Dia 1 de Outubro de 2008 entrou em vigor um novo regulamento de competições (que podem verificar aqui ) que dizia o seguinte nos pontos 5 e 6 do Artigo 36 (Inscrições de Equipas no Campeonato Nacional por Equipas):

"5. Para inscrição de um clube no Campeonato da 1ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior, de 15
jovens diferentes pelo menos, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é
feita com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0
jovens; época de 2009-10: 5 jovens; época de 2010-11: 10 jovens).

6. Para inscrição de um no Campeonato da 2ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior de pelo
menos 8 jovens diferentes, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é feita
com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0 jovens;
época de 2009-10: 4 jovens)."

Os sublinhados foram de minha responsabilidade,estando transcrito integralmente o regulamento como podem comprovar.

O regulamento é mais do que claro que para as equipas se inscreverem na I Divisão 2010-2011 tinham de ter tido 10 jovens diferentes a jogar os "nacionais, regionais ou distritais de jovens" na época passada, e para se inscreverem na II divisão 2010-2011 ,teriam de ter tido a jogar as mesmas provas 8 jovens diferentes (já não há qualquer regime transitório para a inscrição dos clubes nesta época).



-Posteriromente foi lançado um novo regulamento de competições que entrou em vigor dia 15-10-2010 ( como podem comprovar aqui ) em que o senhor engenheiro Antão (presidente da fpx) assinou (e até sublinhou!) as seguintes palavras:

"Nota Importante - Juridicamente não se pode retirar direitos às equipas que os obtiveram de acordo com o actual RC"

Inclusivé o ponto 3 do Artigo 55 (Transição para o novo quadro competitivo) diz (e eu sublinho pela importância que têm) o seguinte:

"3. Os efeitos de alteração do artº 36º do anterior Regulamento de Competições só se farão sentir na relação com a época 2011/2012"

Em suma,como estamos na época 2010-2011 (desde o dia 15 de Outubro) e como não se pode retirar os direitos às equipas que os obtiveram de acordo com o regulamento de competiçoes que estava em vigor na época passada (altura em que decorreram os nacionais por equipas e onde se efectuavam as descidas e subidas mediante as regras em vigor),questiono a federação Portuguesa de xadrez se todas as equipas que estão apuradas para a I e II Divisão em 2010-2011 cumprem as já expostas condicionantes ás inscrições.

Caso não estejam a ser respeitadas as condicionantes de acesso á I e II Divisão,então a federação Portuguesa de xadrez está a brincar com todo o trabalho que os clubes cumpridores tiveram de fazer para a obtenção de jovens,de forma a cumprir os regulamentos!

Se assim é,pode ser que futuros incumprimentos regulamentares sejam feitos nas provas da federação Portuguesa de xadrez e não haja mural depois para a federação os fazer cumprir!

A titulo de exemplo recordo na série em que joguei em 2009-2010,sei de várias equipas que não cumpriam os acessos á II Divisão,pelo que gostaria que reapreciassem a classificação que está aqui .

Recordo inclusivé que um certo dirigente de um clube desta referida série já inviabilizou no passado a inscrição de outros clubes devido ao não cumprimento regulamentar em vigor e desta vez mantêm o silêncio sobre esta situação!

Porque será?!

Que suba a equipa que se apurou mediante as regras em vigor,é o que desejo nesta e em todas as outras séries.





Para finalizar,esclareço o seguinte:

1ºEstou a efectuar este protesto a titulo pessoal (Rúben Elias,jogador filiado na federação Portuguesa de xadrez com o numero 22100) e não em representação de qualquer clube ou outro órgão.

Inclusivé a fpx diz no seu site que "Solicita-se a todos os interessados que confiram as listas, e caso discordem de qualquer situação apresentem por escrito (fpx.competicoes@gmail.com), até ao dia 12 de Novembro de 2010 o seu parecer."

Considerem-me então um "interessado" que conferiu as listas e reclamou dentro do prazo.

2º Sempre fui e sou totalmente contra as condicionantes impostas aos clubes no extinto artigo 36º do regulamento de competições e fico bastante satisfeito com a sua abolição nesta época que se repercutirá na época 2011-2012.

Os jovens é algo de salutar que os clubes tenham,mas em minha opinião, não devem ser obrigações para um clube se inscrever num campeonato nacional de equipas.

Mas temos de cumprir as regras em vigor quando estamos a jogar!

Ou será que não?

Que essa pergunta seja respondida pelos caros senhores da federação Portuguesa de xadrez!



Com os melhores cumprimentos a todos os membros da federação Portuguesa de xadrez e a todas as outras pessoas que recebem este e-mail em bcc

Magnus Carlsen abandona…

Thursday, November 11th, 2010



Magnus Carlsen abandonou lugar de candidato a Campeão do Mundo FIDE.

O nº1 do Mundo durante quase todo o ano de 2010, o jovem GM de 19 anos Carlsen, decidiu abandonar o lugar que conquistou como candidato ao titulo de Campeão Mundial. Este match entre os candidatos que começa em Março 2011, apura quem irá defrontar o Campeão do Mundo, GM Viswanathan Anand.

Entretanto, como esta decisão de Carlsen já tem uns dias, já se sabe quem o irá substituir como Candidato: Grischuk

Com certeza que o Torneio de Candidatos perdeu o seu jogador mais mediático.


A carta de Carlsen à FIDE:


To: FIDE President Kirsan Ilyumzhinov & FIDE World Championship Committee.

Reference is made to the ongoing World Championship cycle.

The purpose of this letter is to inform you of my decision not to take part in the planned Candidate Matches between March and May 2011.

After careful consideration I’ve reached the conclusion that the ongoing 2008–2012 cycle does not represent a system, sufficiently modern and fair, to provide the motivation I need to go through a lengthy process of preparations and matches and to perform at my best.

Reigning champion privileges, the long (five year) span of the cycle, changes made during the cycle resulting in a new format (Candidates) that no World Champion has had to go through since Kasparov, puzzling ranking criteria as well as the shallow ceaseless match-after-match concept are all less than satisfactory in my opinion.

By providing you with four months notice before the earliest start of the Candidates as well as in time before you have presented player contracts or detailed regulations, I rest assured that you will be able to find an appropriate replacement.

Although the purpose of this letter is not to influence you to make further changes to the ongoing cycle, I would like to take the opportunity to present a few ideas about future cycles in line with our input to FIDE during the December 27th 2008 phone conference between FIDE leaders and a group of top-level players.

In my opinion privileges should in general be abolished and a future World Championship model should be based on a fair fight between the best players in the World, on equal terms. This should apply also to the winner of the previous World Championship, and especially so when there are several players at approximately the same level in the world elite. (Why should one player have one out of two tickets to the final to the detriment of all remaining players in the world? Imagine that the winner of the 2010 Football World Cup would be directly qualified to the 2014 World Cup final while all the rest of the teams would have to fight for the other spot.)

One possibility for future cycles would be to stage an 8-10 player World Championship tournament similar to the 2005 and 2007 events.

The proposal to abolish the privileges of the World Champion in the future is not in any way meant as criticism of, or an attack on, the reigning World Champion Viswanathan Anand, who is a worthy World Champion, a role model chess colleague and a highly esteemed opponent.

Rest assured that I am still motivated to play competitive chess. My current plan is to continue to participate in well-organised top-level tournaments and to try to maintain the no 1 spot on the rating list that I have successfully defended for most of 2010.

Best regards,
IGM Magnus Carlsen

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Um «desabafo público» em jeito de carta aberta à Federação Portuguesa de Aikido

Monday, August 30th, 2010

Pode ler-se no blogue Aiki um texto, em estilo de carta aberta, à Federação Portuguesa de Aikido reportando diversas situações anómalas naquela modalidade desportiva e, em especial, na sua federação.

Numa leitura atenta reparar-se-á que o post em que a crítica dirigida à FPA, onde lhe foi aposta a etiqueta “diz que é uma espécie de aikido”, diz bem do que se passará para os lados daquele modalidade.

Mas, leiamos a carta

A Federação Portuguesa de Aikido


A Federação Portuguesa de Aikido é uma federação desportiva de utilidade publica, o que é que isto quer dizer? Muito vagamente, é uma federação que reune as associações de praticantes de Aikido e tem a obrigação de regular a prática de Aikido perante o estado português.

As actividades da FPA vão desde a emissão do cartão do praticante, compra e distribuição de tatamis, à emissão das licenças de ensino dos diversos instrutores de Aikido devidamente reconhecidas pelo Instituto de Desporto de Portugal.

Indo directo ao assunto, se escrevo aqui sobre a FPA, é porque não percebo se esta defende da melhor forma os interesses dos praticantes de Aikido. O que aqui vou partilhar são os factos e os sentimento de diversas associações:

Os cartões de praticante de Aikido na FPA não são disponibilizados aos associados, ou se são disponibilizados, vêm tarde e cheios de erros.

Os comprovativos de seguro não são disponibilizadosaos praticantes de Aikido. Para saber se os aikidocas estão devidamente segurados há que solicitar a lista de praticantes .Estas listas são consecutivamente disponibilizadas com a omissão de aikidocas ou com duplicações. Só podemos acreditar na boa vontade da FPA quanto à questão dos seguros, mas depois de tanta demonstração de incompetência, não sinto que seja uma decisão fundamentada continuar a delegar essa responsabilidade na FPA.

A FPA não exerce minimamente as suas obrigações perante o estado português, ou seja, para dar aulas de Aikido na prática não temos de estar inscritos na FPA, nem ter licença de ensino, nem ter seguros desportivos. Existem centenas de praticante em Portugal que funcionam desta forma não havendo por parte da Federação qualquer iniciativa de controlo destas situações.

A inscrição de um Aikidoca na FPA custa 15€, esta verba que é entregue pelos associados à FPA não reverte para as associações de forma alguma. Não há apoio monetário aos estágios, não há distribuição de tapetes, não há inscrição no seguro… o que a FPA entende como apoio é a publicitação na sua página e o empréstimo da sua carrinha.

A FPA promove o funcionamento das suas assembleias gerais de forma contrária ao estipulado nos seus estatutos, basicamente as decisões tomadas em assembleia não valem o papel em que estão escritas.

Não há um esforço real por parte da FPA para cumprir o plano de actividades que apresenta, este é aprovado apenas para servir de base à discussão de fundos no IDP, fundos esses que não chegam às associações.

A comunicação com as associações é feita com atrasos, e é no mínimo deselegante.

A FPA apesar de ser reconhecida pela fundação Aikikai, a FPA não exerce nenhuma actividade relacionada com a prática de Aikido. Não convida um professor, não organiza um estágio, apenas vive da actividade das associações.

Há um ano atrás estaria bem a  borrifar-me para este estado de coisas, hoje em dia na qualidade de dirigente associativo tenho de me colocar a questão, de que serve entregar 2.500€ anuais (tanto tatami que isto comprava) a uma instituição que não cumpre minimamente o seu papel e lesa a prática de Aikido em Portugal ao demitir-se de cumprir o papel que lhe é consagrado pela lei.

As irregularidades cometidas pela FPA são suficientemente graves para requerer ao IDP a suspensão da utilidade publica desportiva da FPA, na prática isto apenas iria colocar entraves à emissão de licenças de ensino reconhecidas pelo IDP, que na realidade não são necessárias para dar aulas de Aikido, mas enfim. Não me sinto bem que tantos fundos cobrados aos praticantes de Aikido sirvam apenas para manter uma estrutura que nada dá em troca.

Serve este desabafo publico para poder ouvir as opiniões dos restantes praticantes de Aikido, digo praticantes e especifico que gostava de ouvir a opinião daqueles que não têm lugar nas assembleias gerais da FPA, a desses eu já conheço.


Lido em no blogue Aiki. (Sublinhados da responsabilidade de Ala de Rei)

Também o xadrez sofre dos mesmos males, no que respeita ao seguro desportivo, a exigir um intervenção do Instituto do Desporto de Portugal, perante o manifesto incumprimento da legislação em vigor, a começar pela não cobertura dos veteranos com mais de 70 anos. O ex-Presidente da FPX, António Bravo e a Presidente da Direcção da AX Lisboa, Maria Armanda Plácido, nunca se preocuparam com esta situação, não obstante estarem ao corrente das questões por mim colocadas pessoalmente, em devido tempo, há mais de 4 anos.

Carta Aberta do GM Arkadij Naiditsch à Federação Alemã de Xadrez

Thursday, July 29th, 2010

Devido a problemas financeiros e falta de organização da Federação Alemã de Xadrez, os quatro melhores jogadores não vão jogar na próxima Olimpíada, em Khanty-Mansiysk. Quem o afirma  é o GM Arkadij Naiditsch que tenta deixar claro numa carta aberta irritada que enviou a ChessVibes. O grande mestre alemão não mede as palvras.

 

Saber mais em ChessVibes.

Carta Aberta do GM Emil Sutovsky

Monday, July 26th, 2010
GM israelista Emil Sutovsky

Caros colegas!

Em 20 de Julho fui convidado para conhecer o presidente da FIDE, Sr.Kirsan Ilyumzhinov, a fim de discutir a situação com os Candidatos dos Matchs de 2011. Foram-me concedidos alguns minutos para apresentar a minha proposta e foi acordado, que publicaria uma carta aberta sobre este assunto muito importante. Por favor, leiam o texto  seguinte.

As campanhas eleitorais aproximam-se do seu auge, no entanto, há algumas questões relacionadas com o xadrez profissional que deviam ser discutidas agora. Felizmente que, apesar de ser um membro do World Championship and Olympiad Committee (WCOC), não estou envolvido na luta política. Por isso, aproveitei o meu tempo para analisar a situação do ponto de vista profissional. Infelizmente, levei algum tempo a ser ouvido, mas espero que não seja tarde demais.

De acordo com os regulamentos em vigor, os Candidatos devem disputar matches sucessivos nos quartos de final final (4 partidas), meias finais (4 partidas) e final (6 partidas), provavelmente em Março-Abril de 2011 e o vencedor desta maratona irá o discutir o título de  Campeão do Mundo em 2012.

Este formato tem suscitado severas críticas. De facto, é muito estranho determinar o jogador mais forte em matchs tão curtos. E, obviamente, o xadrez mundial preferia ver a verdadeira batalha entre os melhores jogadores, enquanto que o formato actual dificilmente dará aos jogadores a possibilidade de mostrar o seu melhor xadrez. Na verdade, existem muito mais desvantagens no formato actual, mas em vez de as particularizar, prefiro apresentar a minha sugestão.

Proponho que se jogue os quartos de final e meias finais em matchs de seis partidas cada, sucessivamente (Março-Abril 2011), enquanto o match da final deveria ser organizado em separado e consistindo em 8 partidas  (Setembro-Outubro 2011).

As vantagens são óbvias:


A. Um match de 6 partida representa uma maneira muito mais objetiva para determinar um vencedor merecido.

B. Os dois melhores jogadores teriam tempo suficiente para descansar e preparar o match final.

C. O match final obteria muito mais publicidade e o seu valor financeiro deverá ser superior a € 180.000,00 do que está no actual regulamento.

D. É muito melhor para os espectadores – como sabemos, a atenção é agora muito menor do que era – deixar em aberto o match final como um evento separado irá prender a máxima atenção do público.


Naturalmente, há uma desvantagem séria – a minha proposta contraria as regulamentos actuais. No entanto, sei que a maioria dos jogadores prefere jogar matchs mais longos. Ainda assim, para mudar os regulamentos, necessitamos do consentimento de todos os Candidatos. Por isso, peço aos jogadores para expressarem a sua opinião e se apoiarem as  alterações propostas, apresentarei uma proposta formal.

Atenciosamente,
Grande Mestre Emil Sutovsky

Tradução original inglês da Carta Aberta do GM Emil Sutovzky publicada em ChessVibes.

Xadrezistas de Itaúna acusam Federação Mineira de Xadrez de irregularidades

Saturday, June 12th, 2010
Texto denúncia através de e-mail

Como pode a Federação Mineira de Xadrez, que tem sua sede própria na capital mineira juntamente com outras Federações, a saber: Av. Olegário Maciel, 311, sala 108, Centro, funcionar em uma casa particular em um bairro nobre, principalmente onde se pratica e estuda especificamente a arte do xadrez?

Por que esta mesma Federação nunca disponibiliza em seu site ou sede (?!) seu estatuto, como as demais Federações de Xadrez do Brasil e até mesmo a Confederação Brasileira de Xadrez, que têm estampados em seus sites os próprios estatutos?
E finalmente, por que suas prestações de contas, que são aprovadas anualmente em Atas, não aparecem quando solicitadas?

Estas são algumas questões que os enxadristas de Itaúna-MG vêm solicitando desde Outubro de 2009 juntamente à direção maior da Federação Mineira de Xadrez através de uma enquete no site www.cepex.com.br, sendo que até o momento não receberam nenhum parecer sobre o assunto acima em questão.

Pelo contrário, a entidade se mantém em total silêncio o que está assustando não só os solicitantes, mas também uma gama enorme de enxadristas de todo o Estado, visto os mesmos também se manifestarem com relação ao sigilo e à apresentação em público da documentação requerida pelos enxadristas itaunenses.

Por esse motivo, para conhecimento dos órgãos competentes o descaso desta Federação de Estado e a tomada das devidas providências, reiteramos nossa solicitação através da imprensa para que a entidade apresente em caráter de urgência seja através de seu site ou da forma que melhor lhe convier:

1. Estatuto atual da mesma.
2. Prestação de Contas da atual gestão.
3. Prestação de Contas da gestão anterior.
4. Documentação autorizando a entidade Federação Mineira de Xadrez a funcionar em uma casa particular, como já dito anteriormente, onde se pratica e estuda exclusivamente o jogo de xadrez.
Sendo só para o momento.

Walter Ferreira Júnior

Enxadrista Federação Internacional de Xadrez
Campeão Mineiro Absoluto de Xadrez de 1980
Campeão Brasileiro Individual Universitário de 1980
Árbitro Auxiliar da Confederação Brasileira de Xadrez
Instrutor credenciado da Federação Mineira de Xadrez desde 1989
Vice-Presidente da Federação Mineira de Xadrez Biênio 1992/1993

Marcus Elisio Silva

Diretor e Instrutor da Associação CEPEX – Centro de Estudos e Pesquisas do Xadrez
Agente PDX da Federação Mineira de Xadrez
Instrutor da Federação Mineira de Xadrez
Proprietário do site www.cepex.com.br

Lido em DiviNews.

Carta Aberta ao Eng. Jorge Antão

Saturday, April 24th, 2010

Visitem o Blog Ala de Rei para lerem esta carta aberta na integra!

Parece que as "cartas abertas" estão na moda e eu acho bem! A bem da transparência! Mas parece que ainda fazem muita "comichão" a alguns.... especialmente aqueles que têm o "rabo preso"...


http://2.bp.blogspot.com/_5ZjjL3CPyeI/R5gQOhIRCQI/AAAAAAAAAP4/J2ALfx2FRH8/s320/carta+aberta.jpg
click na imagem para aceder à carta...

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