António Manuel Mamede Diogo, árbitro FIDE, dirigente da AEFCR Penichense e da AX Leiria e ainda praticante na Associaçao E. F. C. R. Penichense , faleceu aos 52 anos, no Hospital das Caldas da Rainha.
A Casa do Xadrez de Alpiarça apresenta assim as condolências à família e amigos próximos.
O xadrez nacional perde um grande impulsionador da modalidade.
Têm contracto com a ZON ou com a MEO ? … “Raspas de Fibra = ZON”, apresentação da Fibra PT MEO a 1.5 Gbps Apresentação feita por Zeinal Bava – CEO da Portugal Telecom
A edição deste ano decorre na Residencial Jardim da Amadora, Largo Maj. Humberto da Cruz nº 3 , na Amadora.
Na 1ª ronda um grande embate era esperado entre o GM António Fernandes e o IM Rui Dâmaso , mas estes resolveram empatar o seu jogo rapidamente, em 17 lances.
A Casa do Xadrez participa no preliminar com 3 jogadores: Paulo Costa, Vitor Ferreira e Luís António.
Tal como no ano passado, as partidas podem ser seguidas em directo, aqui !
Qual a melhor continuação para as brancas? O problema é deveras interessante e a resposta não é fácil. Não vale usar o rybka (já agora nem o fritz, etc…)
Começa amanhã, a partir das 15.00h, com a participação de 10 finalistas, a fase final do Nacional Individual Absoluto 2009. [Ver a Lista de Participantes]
Disputa-se igualmente a fase preliminar que apura para o Nacional Individual Absoluto de 2010. [Ver a Lista de Participantes].
A prova que se disputa na Residencial Jardim da Amadora, pode ser acompanhada através do xadrez64, scn e Chess-Results.
O GC Odivelas estará representado pelo MF João Cordovil e MN António P. Santos.
Há algum tempo atrás publiquei um texto, relativamente extenso, no Forum Olímpico de Portugal que explicava as organizações federadas do desporto português como decorrentes do que denominei de A Metáfora Política das Organizações Desportivas.
Passo aqui a apresentar um pequeno excerto inicial desse texto que, porventura, poderá ajudar a compreender o que nos relata a Maria José Carvalho e que sabemos se tem repetido em outras modalidades desportivas.
Assim passo a citar:
«Em Portugal predomina largamente no discurso mais aprofundado teoricamente ou no discurso corrente do homem comum a “metáfora política das organizações desportivas».
É através desta metáfora e dos seus ingredientes fundamentais que se discorre sobre os problemas de funcionamento, as estratégias ou falta delas, os mecanismos de poder, a representação das estruturas organizacionais e outros temas das organizações do nosso sistema desportivo federado.
Então de que se compõe essencialmente esta visão metafórica e que implicações origina para o entendimento do funcionamento das referidas organizações desportivas? Porque apresenta ela tanta vigência e importância explicativa no discurso sobre a estruturação e funcionamento das organizações do desporto entre nós? E quais as consequências para o nível da governação desportiva em Portugal?
Desde logo assumem papel destacado nesta compreensão metafórica política das organizações desportivas os aspectos relativos ao poder e ao conflito, suas formas, intérpretes principais e manifestações, perdendo valor os aspectos mais formais e programados da vida organizacional.
A racionalidade, traduzida na possibilidade de previsão de decisões e comportamentos dos actores e das estruturas, perde fulgor interpretativo da vida organizacional. O consenso e a integração que a perspectiva funcionalista premeia também são desvalorizados em favor de uma imprevisibilidade e conflitualidade dos actores sócio-organizacionais.
Passam a ter mais importância as coligações de vontades e de pessoas no interior das organizações, muitas vezes sendo alternativas umas em relação a outras. Formam-se internamente centros de poder, legitimando interesses agrupados em volta de líderes situacionais, que disputam entre si as legitimidades, a influência e a capacidade de determinarem os caminhos da organização.
O conflito passa a estar, por conseguinte, no centro da compreensão do funcionamento da organização. E a clarificação da evolução da organização depende dos vários conflitos intra-organizacionais, da estruturação e desestruturação que eles implicam, das vontades vencedoras e da sua capacidade de mobilizarem recursos e promoverem decisões eficazes.
Nestas “organizações politizadas” há perdas de eficiência flagrantes que decorrem do pequeno grau de formalização e programação que nelas existe e da tendência para se afirmarem lógicas de decisão e acção menos reguladas e estritamente definidas.
As “zonas de incerteza” são, por isso, evidentes e nelas emergem os “jogos de poder e de influência” liderados por actores sociais internos que procuram afirmar-se e reforçar os seus poderes respectivos. As alianças e as relações de coligação e de antagonismo crescem internamente.
A estratégia joga-se quase exclusivamente no interior destas organizações e não surge da adaptação aos constrangimentos ambientais externos como postula a abordagem sistémica e contingencial. E a organização desportiva transforma-se, assim, numa “arena política” onde se enfrentam interesses diferenciados coligados em núcleos de poder que estruturam objectivos, valores, desejos, expectativas e, sobretudo, vontades e ambições.” (fim de citação).
P. S.: A quem estiver interessado lembro que o site do FOP é em www.forumolimpico.org
No dia 18 de Outubro de 2009 realiza-se o XI Torneio Internacional de Xadrez da Cela (Alcobaça) , um torneio com 8 sessões de semi-rápidas de 20 minutos. Uma organização da Nova União das Colectividades do Concelho de Alcobaça e do Centro Cénico da Cela que comemora o seu 36º aniversário.
Com os apoios de Associação Xadrez de Leiria, Academia Xadrez da Benedita, Fundação INATEL (Delegação de Leiria) e Externato Cooperativo Benedita. Junta de Freguesia da Cela e da Câmara Municipal de Alcobaça.