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Archive for the ‘Eleições’ Category

As eleições para a AG da FPX de 11 de março de 2012

Thursday, March 15th, 2012
A Federação Portuguesa de Xadrez colocou no seu site os resultados das votações de Domingo passado.

As votações por mesa de voto estão aqui .

Faço copy paste em baixo dos resultados que estão na página oficial da FPX:

Eleições 2012 - Resultados provisórios
Total de delegados da AG: 40
Votos delegados
Clubes (16 delegados):
- Lista A 23 8
- Lista B 22 8
Votos brancos 1

Praticantes (6 delegados):
- Lista A 88 3
- Lista B 45 2
- Lista C 36 1
Votos brancos 6
Votos nulos 2
Técnicos (3 delegados):
- Lista A 9 2
- Lista B 6 1
Votos brancos 1
Árbitros (3 delegados):
- Lista A 14 3
Votos brancos 1

Votos nulos 3


Mas o que realmente dá que pensar,são os resultados por mesa de voto.

Das quatro categorias existentes (árbitros,técnicos,clubes e praticantes), verifique-se o mínimo e o máximo (reitero que os dados estão aqui) :

-Nos clubes,em Faro e nos Açores,apenas 2 votaram.
O Porto conseguiu levar 14 clubes as urnas.

-Nos praticantes,nos Açores apenas votaram 4 jogadores nestas eleições (Faro teve 5),quando podiam votar todos os filiados como praticantes,desde que fossem maiores de idade!
Também foi no Porto que os praticantes se interessaram mais por estas eleições,tendo levado 50 as urnas.
De salientar que ainda no final da época passada,o numero de filiados em Portugal era de 2615 (conforme está colocado no site da FPX)!

-Quando aos técnicos, Setúbal foi onde teve mais votantes e foram 4
1 e 2 técnicos a votar,foram os números para todas as outras sete mesas de voto!

-Nos árbitros,Açores,Aveiro,Coimbra e Faro conseguiram convencer 1 único arbitro em cada mesa de voto as irem as urnas exercer o seu direito de voto!
Lisboa foi o lugar onde mais árbitros votaram,e foram 5...


Que cada um tire por si as conclusões,acerca dos resultados destas concorridas eleições para delegados da mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Xadrez.


Com os melhores cumprimentos a todos,
Rúben Elias
https://mail.google.com/mail/c/photos/public/AIbEiAIAAABDCMzm7oDvsuT-WiILdmNhcmRfcGhvdG8qKGQyMDUzYTgzODJhMDk0N2I0YmNiNzEwMzBhZGEzNDg3MzIzMGQ0MjYwAdDctHsuCfTJ02FkLrPWTEyhXiNC?sz=64

CX Escola J Meira – comunicado / reflexão sobre Eleições na F.P.Xadrez

Tuesday, March 13th, 2012
https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcSNfaL8T4zTuUtOPTLx7dIZKsTkzwStwFKGHdcBmX9CvfwXiRLt7w


Caros xadrezistas

Peço 5 minutos da vossa atenção para lerdes o comunicado/reflexão que envio em anexo, se possível ainda antes de irdes votar nas eleições para os delegados da Assembleia Geral da FPX, que decorrem hoje. Infelizmente, por afazeres profissionais e inclusivamente por causa dos compromissos com o xadrez, não me foi possível terminar este texto mais cedo, como eu teria pretendido. Há muito tempo que devo uma palavra a todos sobre o que se passou com o CX Escola João de Meira (e FPX) no início da época 2010-2011. Dizer o que digo depois das eleições terem ocorrido não teria sentido, por isso, ainda que mesmo em cima da hora, não quis nem podia deixar perder mais esta oportunidade.

Sei que o texto é longo, por isso peço desculpa e agradeço desde já a vossa atenção e paciência.
Desejo que as eleições decorram segundo as vossa expetativas.

NB- este texto foi enviado em CCO / BCC para vários endereços. Peço desculpa se o receberdes repetido.

Atentamente
João Martinho
(Presidente da Direção do CX Escola EB 2,3 João de Meira, de Guimarães)



COMUNICADO_CXEJMeira_eleições_AssGer_FPX.pdfCOMUNICADO_CXEJMeira_eleições_AssGer_FPX.pdf
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FPX: Assembleia Geral Eleitoral – 11 de Março 2012

Wednesday, January 25th, 2012
http://paginasimoesfilho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Elei%C3%A7%C3%B5es2.jpg


Foi convocada para dia 11 de Março de 2012, uma Assembleia Geral Eleitoral para eleição de delegados para o quadriénio 2012-2016 conforme aviso convocatório e calendário eleitoral que se publicam em baixo.



fpx_-_eleies_2012_-_convocatria.pdf
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fpx_-_eleies_2012_-_calendrio.pdf
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Pode consultar nos ficheiros publicados em baixo, os cadernos eleitorais para a eleição de delegados para o quadriénio 2012-2016.

Chama-se a atenção que o prazo de reclamações termina no dia 4 de Fevereiro 2012.

caderno_eleitoral_de_clubes_2012-2016.pdf
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caderno_eleitoral_de_arbitros_2012-2016.pdf
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caderno_eleitoral_de_treinadores_2012-2016.pdf
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caderno_eleitoral_de_jogadores_2012-2016.pdf
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em Site da FPX
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«Nos estados autocraticamente organizados, o espólio do governo é compartilhado entre poucos: nos estados democráticos há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio que seria necessário para satisfazer os poucos aristocratas» Aldous Huxley

Wednesday, April 27th, 2011

 

Em vésperas de uma nova campanha eleitoral para a Assembleia da República na qual, pese embora a promessa dos partidos políticos em se manterem moderados na agressividade e parcos nas despesas, poderá haver acusações de corrupção que podem afectar a dignidade dos políticos e do próprio país, fazendo perder a fé na Democracia porque, segundo Aldous Huxley, «nos estados autocraticamente organizados, o espólio do governo é compartilhado entre poucos: nos estados democráticos há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio que seria necessário para satisfazer os poucos aristocratas; a experiência demonstrou que o governo democrático é geralmente muito mais dispendioso do que o governo por poucos».


Rui Baptista em De Rerum Natura

A não impugnação não significa que não houve irregularidades suficientes para apoiar um pedido de anulação das eleições na AX Lisboa

Thursday, March 31st, 2011

Texto enviado à Associação de Xadrez de Lisboa a comunicar a não impugnação das eleições para a a mesa da assembleia geral efectuadas no assado dia 12 de Março.

 

As eleições para a Mesa da Assembleia Geral da AXL decorreram com irregularidades evidentes, manifestas e conhecidas pela generalidade dos intervenientes:

  • A maneira como foi composta a Mesa que presidiu à votação.
  • A votação de algumas pessoas sem a apresentação de credencial exigida na convocatória.

Qualquer destas irregularidades seria suficiente para apoiar um pedido de impugnação das eleições.

Mais tarde a feitura e publicação da acta também não ficou incólume a algumas irregularidades, que foram, entretanto, objecto de emenda.

Chamamos a atenção que as formalidades dos processos são o próprio conteúdo desses mesmos processos.

Em vez de serem vistas como regras que podem ser arbitrariamente distorcidas e ultrapassadas, fazendo apelo ao nosso típico nacional-porreirismo (nacional-xadrezismo, neste caso), o cumprimento estrito das formalidades dos actos é garantia da sua legitimidade.

De futuro, gostaríamos de ver uma maior valorização e respeito pelas regras e formalidades.

No entanto, não queremos que os associados interpretem esta discussão como um pretexto ou meio de, repetindo as eleições, tentar ganhar “a qualquer preço” as eleições para a Mesa da Assembleia Geral.

Por isso decidimos não impugnar as eleições, embora chamemos, uma vez mais, a atenção para a importância das formalidades dos actos e formalidades cuja violação justificaria a impugnação dos mesmos como foi reconhecido por diversas pessoas.

 

 

Lisboa, 30 de Março de 2011
António P. Santo, Francisco Vieira, Gonçalo Esteves e Rui Agostinho

A não impugnação não significa que não houve irregularidades suficientes para apoiar um pedido de anulação das eleições na AX Lisboa

Thursday, March 31st, 2011

Texto enviado à Associação de Xadrez de Lisboa a comunicar a não impugnação das eleições para a a mesa da assembleia geral efectuadas no passado dia 12 de Março.

 

As eleições para a Mesa da Assembleia Geral da AXL decorreram com irregularidades evidentes, manifestas e conhecidas pela generalidade dos intervenientes:

  • A maneira como foi composta a Mesa que presidiu à votação.
  • A votação de algumas pessoas sem a apresentação de credencial exigida na convocatória.

Qualquer destas irregularidades seria suficiente para apoiar um pedido de impugnação das eleições.

Mais tarde a feitura e publicação da acta também não ficou incólume a algumas irregularidades, que foram, entretanto, objecto de emenda.

Chamamos a atenção que as formalidades dos processos são o próprio conteúdo desses mesmos processos.

Em vez de serem vistas como regras que podem ser arbitrariamente distorcidas e ultrapassadas, fazendo apelo ao nosso típico nacional-porreirismo (nacional-xadrezismo, neste caso), o cumprimento estrito das formalidades dos actos é garantia da sua legitimidade.

De futuro, gostaríamos de ver uma maior valorização e respeito pelas regras e formalidades.

No entanto, não queremos que os associados interpretem esta discussão como um pretexto ou meio de, repetindo as eleições, tentar ganhar “a qualquer preço” as eleições para a Mesa da Assembleia Geral.

Por isso decidimos não impugnar as eleições, embora chamemos, uma vez mais, a atenção para a importância das formalidades dos actos e formalidades cuja violação justificaria a impugnação dos mesmos como foi reconhecido por diversas pessoas.

 

 

Lisboa, 30 de Março de 2011

António P. Santo, Francisco Vieira, Gonçalo Esteves e Rui Agostinho

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

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