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Archive for the ‘Eleições’ Category

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

Pedida a correcção da Acta das eleições na Ass. Xadrez Lisboa por esta não reproduzir o que se passou na Assembleia Eleitoral

Wednesday, March 23rd, 2011

Divulgo o email enviado ao secretário da mesa da AX Lisboa, Rui Henriques, que me fez chegar a Acta da da Assembleia Eleitoral, de 12 de Março. Pelas razões expostas foi pedida a correcção da acta, o que aguardo a todo o momento.

Divulgo, igualmente, o documento que Paulo Afonso (GD Carris) me fez chegar e que, entretanto, já foi tornado público.

 

[Enviado em 20 de Março, às 23:52 (UTC)]


Sr Rui Henriques,

Por motivos de ausência só neste momento acuso a recepção do email recebido.

Antes do mais, cumpre-me referir-lhe que a Acta da Assembleia Geral de 12 de Março p.p., não foi elaborada, como seria normal, logo que terminou o acto eleitoral, pelos membros que compunham a respectiva mesa. Desconhece-se por que o não foi porque nenhuma razão foi apresentada para justificar a omissão.

Por outro lado, e após leitura atenta da referida acta, constato que a mesma não reproduz, como devia, o que se passou na citada assembleia. Por isso lhe escrevo a denunciar o facto.

De facto, como saberá – uma vez que tem exercido, por ausência da titular, a presidência de diversas assembleias gerais da AX Lisboa nos últimos meses, incluindo a eleição da actual direcção da AX Lisboa – que além dos elementos comuns a todas as actas, tais como o local e hora da reunião, o aviso convocatório, a acta da assembleia eleitoral deve conter todas as circunstâncias relativas ao apuramento dos resultados eleitorais, tais como: as dúvidas que ocorreram; as reclamações que foram feitas e a decisão motivada que sobre elas haja sido tomada; os protestos e as decisões tomadas e todas as decisões que a mesa proferiu em relação a todos os factos ocorridos durante a sessão.

Ora isto não se verificou.

Desde logo, a acta não relata a razão porque o aviso convocatório de 6 de Fevereiro de 2011 não foi cumprido, designadamente, quando estabelecia que «os representantes dos clubes na assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados», tendo a pessoa que, na mesa da assembleia geral, dirigiu o acto eleitoral aceitado as credenciais de quem as apresentou e não exigiu quem as não exibiu, permitindo, assim, que tivessem votado pessoas que não estavam em condições de exercer o direito de voto.

Esta questão foi discutida pela presidente da mesa Ilda Miranda com o candidato Francisco Vieira e o delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e testemunhado pela D Rosa Maria Durão, mas nada consta da acta.

Por outro lado, a acta não relata, que um membro estranho à mesa da assembleia geral e ao próprio acto eleitoral - o presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves – tivesse convidado a esposa do MI Joaquim Durão, Rosa Maria Durão, a ocupar um lugar na mesa eleitoral, sob pena desta permanecer deserta, quando o secretário da mesa se passeava pela sala onde decorria, igualmente, uma competição desportiva.

Não esta em causa a isenção da pessoa em causa mas a legitimidade da actuação do Sr Luis Alves.

A acta não refere ainda o pedido por parte do presidente da direcção da AX Lisboa, Luis Alves, para ter acesso, ao correio electrónico e conhecer a existência de pretensa autorização do presidente do GD Carris que lhe confirmaria ter permissão para exercer o direito de voto em nome do clube.

Por fim, cumpre referir que a contagem dos votos decorreu exactamente às dezoito horas e não às dezoito e trinta como erradamente consta da acta.

A situação foi testemunhada pela presidente da mesa, Ilda Miranda, pelo candidato Francisco Vieira e pelo  delegado do GC Odivelas, Carlos Sirgado e Rosa Maria Durão.

Perante o exposto, vem o candidato Francisco Vieira, solicitar que a Acta da Assembleia Geral Eleitoral de 12 de Março p.p. seja alterada e expurgada de erros e omissões por forma a relatar exactamente o que aconteceu na assembleia por forma a conhecer-se a existência de vícios de forma, susceptíveis de impugnação, intenção já denunciada pelo candidato durante o próprio acto eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira

 

PS

Por lapso Luis Alves (presidente da direcção da AX Lisboa) não terá recebido cópia do email anterior.


 

Eis o conteúdo do documento de Paulo Afonso:

 

[Recebido em 21 de Março, às 00:16 (UTC)]

 

Caro Sr. Francisco Vieira,

Sem prejuízo das suas alegações, que considero fundadas, venho, apenas, informar que o Sr. Luis Alves estava mandatado por este Clube, para exercer o seu direito de voto, como demonstra o documento anexo. Refiro-me, em concreto, à parte do seu texto (ver abaixo), que destaco a fundo amarelo.

Somente, por minha falta (não o enviei em tempo oportuno), ele não o tinha na sua posse no momento da votação. Por esse facto, obviamente, deveria ter sido impedido de votar. Agora, não se acuse é que o mesmo tenha votado sem o meu acordo e conhecimento prévios.

No entanto, o Grupo Desportivo da Carris exerceu o seu direito de voto, somente, porque, antes, outros clubes, nas mesmas condições, isto é, sem credencial, o exerceram. Não foi o G.D. Carris quem desencadeou a ilegalidade. Apenas participou na mesma, involuntariamente, dado que, antes, outros clubes votaram sem credencial. Como existia a credencial da Carris, mas sem que eu a tivesse feito chegar, atempadamente, ao Sr. Luis Alves, o mesmo votou com o meu conhecimento e consentimento, tendo na altura entrado em contacto telefónico comigo.

Reitero, que sem a credencial, que anexo cópia, o Sr. Luis alves não deveria ter exercido o seu direito de voto, pelo que concordo com a sua intenção de impugnação. Contudo, a minha concordância não assenta no facto do G. D. Carris ter votado sem condições para tal, mas sim, porque outros clubes assim procederam.

Faço notar, contudo, que se o principio seguido pela mesa, foi o de aceitar o conhecimento, que os votantes eram, de facto, dirigentes dos seus clubes, também é sobejamente conhecido, que o Sr. Luis Alves  se encontra filiado por este Clube.

Cumprimentos,


Paulo Afonso
Grupo Desportivo da Carris

Pedida cópia da acta para impugnação das eleições para a mesa da assembleia geral da Associação de Xadrez de Lisboa por manipulação dos resultados eleitorais

Monday, March 14th, 2011
Em virtude das irregularidades cometidas durante a Assembleia Geral Eleitoral (AGE) que decorreu no passado sábado, dia 12 de Março, solicitei, em nome da lista concorrente à mesa da assembleia geral de que sou candidato, um pedido de cópia da acta da AGE para impugnar as respectivas eleições por manipulação dos resultados eleitorais.

O presidente em exercício, Rui Henriques, fez constar do Aviso Convocatório da Assembleia Geral Eleitoral a informação de que «Os representantes dos cubes na Assembleia deverão apresentar-se devidamente credenciados» e sublinhou-a em bold. Era clara a importância que reconhecia a este assunto para lhe ter dedicado o destaque que atribuíu.

Mas, durante o acto eleitoral, foram aceites as exigidas credenciais que os clubes que traziam e autorizadas as votações de representantes de clubes que não exibiram qualquer credencial, em manifesto desrespeito pelas condições e exigências para o exercício do direito de voto.

Nem as decisões da mesa da Assembleia Geral foram cumpridas pela mesa da Assembleia Geral!

Houve manipulação do resultado das eleições para a mesa da Assembleia Geral da Associação de Xadrez de Lisboa.


 

À Associação de Xadrez de Lisboa,

Por não constar na página oficial da AX Lisboa o correio electrónico da mesa da Assembleia Geral, venho solicitar junto da direcção, que seja dado conhecimento àquele órgão social o teor desta comunicação, a quem é dirigido este requerimento.

Na minha qualidade de proponente e membro de uma lista candidata à mesa da Assembleia Geral no dia 12 de Março p.p., venho solicitar, com carácter de urgência, cópia autenticada da acta da citada assembleia geral.

O pedido prende-se com o facto de ter tomado conhecimento pessoal, durante a contagem dos votos, de incumprimento do aviso convocatório da Assembleia Geral Eleitoral, o que constitui matéria bastante para a impugnação do respectivo acto eleitoral, intenção da qual já dei conhecimento pessoal directo à presidente da mesa da Assembleia Geral, Ilda Miranda, tendo para o efeito solicitado a respectiva acta.

Venho por este meio solicitar que a cópia da acta da AGE me seja disponibilizada durante os próximos dias, dado o carácter de urgência de que se reveste o contencioso eleitoral.

Com os meus cumprimentos.

Francisco Vieira
(Candidato a titular do órgão social mesa da Assembleia Geral da AX Lisboa)

Resultados provisórios das eleições para a mesa da Assembleia Geral da Ass Xadrez Lisboa

Monday, March 14th, 2011

Inscritos……….   19

Abstenção …….    6     31,6 %

Votantes ………   13     68,4 % (8 com Credencial e 5 sem Credencial obrigatória nos termos do Aviso Convocatório)

 

Lista de Francisco Vieira …….  4     30,8%
Lista de Rui Henriques ……….  9     69,2 %


V     C     [Rui Henriques]  ADRC Mata de Benfica
V    *      [Manuel Duque]  AC Luis Camões
V    *      [?     ]  Ateneu CL
V     C     [Hugo Marques]  Ac Torres Vedras
-      -      —   AX Mamede Diogo
-      -      —   Ac Musical Lumiar
V     *      [Júlio Santos]   Clube EDP
-      -      —   Clube TAP]
V     C     [Herbert Matzinger]  CeCSSAC
V     C     [Luis Maninha]  CX Sintra
V     C     [Carlos Sirgado]  GC Odivelas
V     C     [Solha Santos]  GX Alekhine
-     –     —   GX Peões Alverca
V     *     [Luis Alves]  GD Carris
V    C     [Domingos Massena]  GX São Marcos
V    C     [Lucília Coimbra]  AO Palma Arredores
-    -     —   Sporting CP
V    * [?     ]  SL Amoreiras
-      -           —   Estrelas S João Brito


V   Clube que votou
-    Clube que não votou
C     Apresentou Credencial para votar
*      Não apresentou credencial para votar

Estes resultados são provisórios por não ter sido divulgada a acta da Assembleia Geral Eleitoral (AGE).

A Lista que represento manifestou, de imediato, a intenção de impugnar o acto eleitoral logo que seja conhecida acta da AGE por irregularidades no exercício do direito de voto – foram aceites votos de quem não estava credenciado.
 

Resultados provisórios das eleições para a mesa da Assembleia Geral da Ass Xadrez Lisboa

Sunday, March 13th, 2011

Inscritos……….   19

Abstenção …….    6     31,6 %

Votantes ………   13     68,4 % (8 com Credencial e 5 sem Credencial obrigatória nos termos do Aviso Convocatório)

 

Lista de Francisco Vieira …….  4     30,8%
Lista de Rui Henriques ……….  9     69,2 %



Estes resultados são provisórios por não ter sido divulgada a acta da Assembleia Geral Eleitoral (AGE).

A Lista que represento manifestou, de imediato, a intenção de impugnar o acto eleitoral logo que seja conhecida acta da AGE por irregularidades no exercício do direito de voto – foram aceites votos de quem não estava credenciado.
 

“O nosso compromisso” – declaração da lista de António P Santos, Francisco Vieira, Gonçalo Esteves e Rui Agostinho à mesa da Assembleia Geral da Associação de Xadrez de Lisboa

Friday, March 11th, 2011

 

O NOSSO COMPROMISSO


Desempenhar as suas funções, no respeito integral pelos estatutos da AXL e visando apenas a defesa dos seus interesses.

A AXL tem vivido, nos últimos anos tempos conturbados em que mais ou menos públicamente se têm levantado questões sobre a transparência do seu funcionamento, decisões e apresentação de contas.

Independentemente do posicionamento (ou falta dele) que cada um dos associados tenha em relação a estes temas, a verdade é que eles estão aí e têm, pouco a pouco, ajudado a criar um clima pouco saudável de suspeição que todos temos interesse em ultrapassar.

A. No âmbito dos poderes estatutários da Mesa da Assembleia Geral, propomo-nos convocar, no prazo máximo de 1 mês após a eleição, uma Assembleia Geral com o fim de aprovar uma auditoria externa às contas da AXL.

B. Esta auditoria interessa a todos e permitirá:

1. Apurar eventuais responsabilidades caso elas existam.
2. De uma vez por todas eliminar o clima de suspeição que, pouco a pouco vai minando o funcionamento da AXL, independentemente de qualquer que seja a sua direcção.
3. Avaliar, corrigir e estabelecer para futuro melhores práticas e procedimentos.


Esta lista, enquanto tal não tem nenhuma convicção sobre este tema, nem pretende acusar ninguém, pretende sim ver esta questão total e cabalmente esclarecida para bem da AXL, dos seus associados e dos seus órgãos sociais.

C. Usaremos também esse poder convocatório com o fim de aprovar a criação de uma comissão para a revisão dos estatutos e regulamentosda AXL, caso entretanto a direcção, no cumprimento do seu programa, não tenha já desencadeado esse processo.

Lisboa, 10 de Março de 2011

António Pereira dos Santos
Francisco Vieira
Gonçalo Esteves
Rui Agostinho

2 listas para a Mesa da Assembleia Geral da Associação de Xadrez de Lisboa

Monday, March 7th, 2011

 

Informação divulgada pela AX Lisboa:

 

 

 

Informações supervenientes, desconhecidas à dada da declaração que aqui divulguei no passado dia 1 de Outubro, levaram a rever a posição de me afastar da AX Lisboa.

A gravidade das suspeitas indiciadas na Assembleia Geral da AXL do passado dia 31 de Maio de 2010 [Aprovação das Contas de 2008]  impõem um esclarecimento claro e definitivo.

A candidatura que patrocino e colaboro é um contributo nesse sentido.

A seu tempo a candidatura esclarecerá a comunidade xadrezista dos seus propósitos.


Pela dignidade e verdade no xadrez.

Francisco Vieira

2 listas para a Mesa da Assembleia Geral da Associação de Xadrez de Lisboa

Monday, March 7th, 2011

 

Informação divulgada pela AX Lisboa:

 

 

 

Informações supervenientes, desconhecidos à dada da declaração que aqui divulguei no passado dia 1 de Outubro, levaram a rever a posição de me afastar da AX Lisboa.

A gravidade das suspeitas indiciadas na Assembleia Geral da AXL do passado dia 31 de Maio de 2010 [Aprovação das Contas de 2008]  impõem um esclarecimento claro e definitivo.

A candidatura que patrocino e colaboro é um contributo nesse sentido.

A seu tempo a candidatura esclarecerá a comunidade xadrezista dos seus propósitos.


Pela dignidade e verdade no xadrez.

Francisco Vieira

Ilymzhinov foi eleito «sem surpresas nem lugar para o milagre; numa história com final anunciado, temperado de escândalos, grosserias e autoritarismo com a utilização do aparelho da FIDE para se manter no poder» por Carlos A Llardo

Friday, October 1st, 2010

Reportagem de Carlos A Llardo, no sítio desportivo canchallena sobre a forma como decorreu a Assembleia Geral para a eleição do presidente da FIDE.

A Assembleia Geral foi dirigida pessoalmente por Kirsan Ilyumzhinov como pode ser comprovado num vídeo da Europe Echecs.

Ilyumzhinov, escândalo, por Carlos A Llardo

Khanty Mansiysk (Especial) – Finalmente, não houve surpresas nem lugar para o milagre; foi uma história com final anunciado, temperado com escândalos, grosserias e atitudes autoritárias que há mais de uma década utiliza o aparelho oficial da FIDE para se manter no poder. Assim, o kalmique Kirsan Ilyumzhinov, de 48 anos, garantiu um novo mandato – a sua 4ª reeleição consecutiva – por mais quatro anos à frente da Federação Internacional de Xadrez (FIDE, na sua sigla em francês), após vencer, de forma folgada, o seu rival, por 95 votos contra 55, o ex-campeão mundial de xadrez, o russo Anatoly Karpov, numa eleição cheia de desconfiança e atitudes grotescas. Sem dúvida, outra jogada para esquecer.

«Não há respeito. Não há nenhuma lei», soltou numa voz estridente, o xeque Sulaiman Al-Fahim, o jovem empresário dos Emirados Árabes Unidos e proprietário do Portsmouth, da Premier League [Inglaterra], quanto abandonou o seu lugar e caiu no chão com os auscultadores nos ouvidos para acompanhar a discussão na sala de reuniões onde se realizou a Assembleia Geral do 81° Congresso da FIDE. Nesse momento, a reunião atingiu o seu momento mais violento e vergonhoso. É que, enquanto o russo Karpov e a sua equipa de colaboradores pediu para discutir questões técnicas relacionadas com o acto eleitoral, o próprio Ilyumzhinov, seu adversário político, manejava à sua vontade a Assembleia para decidir os assuntos sem consulta e quando alguém pegava  no microfone – Karpov sofreu-o na pele – os assistentes técnicos na sala, desligavam a saída do ar para que ninguém pudesse ouvir.

«Isso não é democracia, é uma ditadura», gritou a super-estrela desta modalidade, o russo Garry Kasparov, em relação ao plano elaborado pela FIDE que recorreu a velhos truques – utilizados há quase 20 anos – para autorizar o voto “proxy” [por representação]. Isto é, que um delegado, sem estar presente na sala pode enviar seu voto por correio electrónico (email), mas o mais grave foi que também utilizaram a técnica da demissão, em que um delegado entrega o seu voto a outro delegado para que proceda ao envio dos dois votos, mas com a agravante de que este último pode não respeitar o pedido feito pelo primeiro delegado.

«Acontece sempre o mesmo», gritou o grego Makropoulos, vice-presidente da FIDE e completou com um cruel olhar «Estou farto das críticas ao sistema eleitoral por parte da equipa de Karpov. É tudo justo e limpo. Sabem que vão perder e causar um escândalo atrás de outro.»

Aconteceu tudo no meio de uma confusão com as reclamações e o detonador foi a votação da Federação Peruana de Xadrez. É que há um par de semanas atrás, o Instituto Peruano del Deporte destituiu de seu cargo o presidente da Federação Peruana de Xadrez, Iturri Milto, em consequência de um caso de peculato [apropriação pessoal indevida de dinheiro, FV]. Anteriormente, Kirsan Ilyumzhinov, antes da sua visita relâmpego à Argentina, em 19 de Agosto último, passou pelo Peru para jurar fidelidade a Iturri cuja voz a favor do candidato oficial se espalhava por toda a América. Quando se conheceu a sua demissão, Ilyumzhinov conversou com as autoridades peruanas para aconselhá-los a deixar Iturri viajar para a Sibéria  para participar na eleição porque, caso contrário, as equipas, masculina e feminina, desse país poderiam ser eliminadas da competição. O sucessor Iturri, um tal Noriega apresentou-se hoje na Assembléia com uma folha de papel timbrado do Comité Olímpico do Peru e aprovado pelo Comité Olímpico Internacional que o autoriza a votar  pelo Peru. No entanto, Ilyumzhinov ignorando as evidências e sugestões das suas próprias tropas, recusou que Noriega votasse e aceitou como válido o efectuado por Iturri. Um disparate completo, mais um a que nos tem habituado a liderança da modalidade, ainda que esteja ligada à razão humana.

No meio de toda esta farsa que já levava mais de três horas, decorreu a eleição. Se bem que a FIDE seja uma entidade com com representação em 167 países, apenas superado pelo futebol (FIFA) e pelo atletismo (IAAF),  número total de votos foi: 153. Dos quais, 95 foram para Ilyumzhinov, 55 de Karpov e três abstenções. Vale a pena realçar que dos 95 votos do candidato oficial, 56 deles vieram electronicamente, sem a presença dos seus delegados. Nas eleições anteriores, realizadas em Turim (2006) Ilyumzhinov que também é Chefe de Estado da República da Kalmykia impôs-se sobre o seu rival Bessel Kok, por 96 votos contra 57, com diferença semelhante à que sucedeu hoje ao meio-dia na cidade siberiana.

Certamente, como foi referido, ontem, em canchallena, aanúncio informação da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto, com sede na Suíça, conhecido na noite de segunda-feira, rejeitou os argumentos apresentados pela equipa de advogados de Karpov contra a actual liderança da FIDE foi uma jogada decisivo no tabuleiro político. Sem possibilidade de agir e submetido ao poder omnipotente de Ilyumzhinov, que jogou num local da fria Sibéria, percebeu-se, com antecedência, o resultado da eleição. O poder ganharia de qualquer maneira, mesmo com  escândalos. Assim ganhou.

(Sublinhados da responsabilidade de Ala de Rei)

Ilymzhinov foi eleito «sem surpresas nem lugar para o milagre; numa história com final anunciado, temperado de escândalos, grosserias e autoritarismo com a utilização do aparelho da FIDE para se manter no poder» por Carlos A Llardo

Friday, October 1st, 2010

Reportagem de Carlos A Llardo, no sítio desportivo canchallena sobre a forma como decorreu a Assembleia Geral para a eleição do presidente da FIDE.

A Assembleia Geral foi dirigida pessoalmente por Kirsan Ilyumzhinov como pode ser comprovado num vídeo da Europe Echecs.

Ilyumzhinov, escândalo, por Carlos A Llardo

Khanty Mansiysk (Especial) – Finalmente, não houve surpresas nem lugar para o milagre; foi uma história com final anunciado, temperado com escândalos, grosserias e atitudes autoritárias que há mais de uma década utiliza o aparelho oficial da FIDE para se manter no poder. Assim, o kalmique Kirsan Ilyumzhinov, de 48 anos, garantiu um novo mandato – a sua 4ª reeleição consecutiva – por mais quatro anos à frente da Federação Internacional de Xadrez (FIDE, na sua sigla em francês), após vencer, de forma folgada, o seu rival, por 95 votos contra 55, o ex-campeão mundial de xadrez, o russo Anatoly Karpov, numa eleição cheia de desconfiança e atitudes grotescas. Sem dúvida, outra jogada para esquecer.

«Não há respeito. Não há nenhuma lei», soltou numa voz estridente, o xeque Sulaiman Al-Fahim, o jovem empresário dos Emirados Árabes Unidos e proprietário do Portsmouth, da Premier League [Inglaterra], quanto abandonou o seu lugar e caiu no chão com os auscultadores nos ouvidos para acompanhar a discussão na sala de reuniões onde se realizou a Assembleia Geral do 81° Congresso da FIDE. Nesse momento, a reunião atingiu o seu momento mais violento e vergonhoso. É que, enquanto o russo Karpov e a sua equipa de colaboradores pediu para discutir questões técnicas relacionadas com o acto eleitoral, o próprio Ilyumzhinov, seu adversário político, manejava à sua vontade a Assembleia para decidir os assuntos sem consulta e quando alguém pegava  no microfone – Karpov sofreu-o na pele – os assistentes técnicos na sala, desligavam a saída do ar para que ninguém pudesse ouvir.

«Isso não é democracia, é uma ditadura», gritou a super-estrela desta modalidade, o russo Garry Kasparov, em relação ao plano elaborado pela FIDE que recorreu a velhos truques – utilizados há quase 20 anos – para autorizar o voto “proxy” [por representação]. Isto é, que um delegado, sem estar presente na sala pode enviar seu voto por correio electrónico (email), mas o mais grave foi que também utilizaram a técnica da demissão, em que um delegado entrega o seu voto a outro delegado para que proceda ao envio dos dois votos, mas com a agravante de que este último pode não respeitar o pedido feito pelo primeiro delegado.

«Acontece sempre o mesmo», gritou o grego Makropoulos, vice-presidente da FIDE e completou com um cruel olhar «Estou farto das críticas ao sistema eleitoral por parte da equipa de Karpov. É tudo justo e limpo. Sabem que vão perder e causar um escândalo atrás de outro.»

Aconteceu tudo no meio de uma confusão com as reclamações e o detonador foi a votação da Federação Peruana de Xadrez. É que há um par de semanas atrás, o Instituto Peruano del Deporte destituiu de seu cargo o presidente da Federação Peruana de Xadrez, Iturri Milto, em consequência de um caso de peculato [apropriação pessoal indevida de dinheiro, FV]. Anteriormente, Kirsan Ilyumzhinov, antes da sua visita relâmpego à Argentina, em 19 de Agosto último, passou pelo Peru para jurar fidelidade a Iturri cuja voz a favor do candidato oficial se espalhava por toda a América. Quando se conheceu a sua demissão, Ilyumzhinov conversou com as autoridades peruanas para aconselhá-los a deixar Iturri viajar para a Sibéria  para participar na eleição porque, caso contrário, as equipas, masculina e feminina, desse país poderiam ser eliminadas da competição. O sucessor Iturri, um tal Noriega apresentou-se hoje na Assembléia com uma folha de papel timbrado do Comité Olímpico do Peru e aprovado pelo Comité Olímpico Internacional que o autoriza a votar  pelo Peru. No entanto, Ilyumzhinov ignorando as evidências e sugestões das suas próprias tropas, recusou que Noriega votasse e aceitou como válido o efectuado por Iturri. Um disparate completo, mais um a que nos tem habituado a liderança da modalidade, ainda que esteja ligada à razão humana.

No meio de toda esta farsa que já levava mais de três horas, decorreu a eleição. Se bem que a FIDE seja uma entidade com com representação em 167 países, apenas superado pelo futebol (FIFA) e pelo atletismo (IAAF),  número total de votos foi: 153. Dos quais, 95 foram para Ilyumzhinov, 55 de Karpov e três abstenções. Vale a pena realçar que dos 95 votos do candidato oficial, 56 deles vieram electronicamente, sem a presença dos seus delegados. Nas eleições anteriores, realizadas em Turim (2006) Ilyumzhinov que também é Chefe de Estado da República da Kalmykia impôs-se sobre o seu rival Bessel Kok, por 96 votos contra 57, com diferença semelhante à que sucedeu hoje ao meio-dia na cidade siberiana.

Certamente, como foi referido, ontem, em canchallena, aanúncio informação da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto, com sede na Suíça, conhecido na noite de segunda-feira, rejeitou os argumentos apresentados pela equipa de advogados de Karpov contra a actual liderança da FIDE foi uma jogada decisivo no tabuleiro político. Sem possibilidade de agir e submetido ao poder omnipotente de Ilyumzhinov, que jogou num local da fria Sibéria, percebeu-se, com antecedência, o resultado da eleição. O poder ganharia de qualquer maneira, mesmo com  escândalos. Assim ganhou.

(Sublinhados da responsabilidade de Ala de Rei)

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