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Archive for the ‘Federações Desportivas’ Category

O Ministério Público confirmou ter interposto uma acção para que a FP Futebol adeque os seus estatutos ao regime jurídico das federações desportivas

Tuesday, April 26th, 2011

De acordo com notícia da Lusa

O Ministério Público (MP) confirmou hoje ter interposto uma acção para que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) adeque os seus estatutos ao Regime Jurídico das Federações Desportivas (RJFD).

Fonte oficial da Procuradoria-Geral da República assegurou hoje à agência Lusa que «foi, de facto, interposta a acção contra a FPF no dia 13 de Abril».

A mesma fonte, questionada sobre a eficácia da acção, referiu que se a sentença for favorável ao MP, «serão declaradas nulas as cláusulas contrárias ao disposto na Lei, passando a Lei a regular supletivamente todas as matérias constantes das cláusulas nulas».


 

Minicurso de direito desporto para sensibilizar as federações desportivas brasileiras a integrarem o Tribunal de Justiça Desportiva

Tuesday, April 26th, 2011

O sítio JusBrasil divulga a seguinte notícia:

 

A Comissão de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES) realiza, no dia 6 de Maio, o minicurso Tribunal de Justiça Desportiva Unificado e o papel dos seus órgãos, às 15 horas, na sede da Seccional. O evento é destinado às federações desportivas e terá como palestrante o advogado José Alexandre Cid Pinto Filho, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva Unificado do Espírito Santo.

Segundo a presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB-ES, Valéria Maria Cid Pinto, a realização do minicurso atende a uma solicitação das próprias federações e também é um modo de incentivar a adesão de outras entidades para que passem a integrar o Tribunal de Justiça Desportiva Unificado. “O presidente do Tribunal vai falar principalmente do Código de Justiça Desportiva”, afirmou.

O TJD Unificado do Espírito Santo é o órgão jurisdicional de diversas das entidades regionais de administração do desporto capixaba (federações), competindo a ele processar e julgar as demandas relativas às infrações disciplinares e às competições desportivas promovidas pelas entidades.

O Tribunal é fruto de um projeto desenvolvido durante o ano passado pela Comissão de Direito Desportivo da OAB-ES, intitulado “Projeto TJD Único”. O intuito foi auxiliar as federações que ainda não possuíam um TJD vinculado a elas para que se movimentassem neste sentido, como forma de atender a uma determinação legal e como mecanismo de dar ainda mais credibilidade às competições promovidas pelas federações e ao próprio funcionamento dessas entidades.

Diversas reuniões foram realizadas entre os membros da Comissão de Direito Desportivo da OAB-ES e, em dezembro do ano passado, o Tribunal foi oficialmente instalado, em cerimônia realizada na sede da Seccional.

Desde sua instalação, o TJD Unificado do Espírito Santo conta com a adesão de cinco federações. São elas: Federação Capixaba de Basquetebol; Federação Capixaba de Desporto Escolar; Federação de Bodyboarding do Estado do Espírito Santo; Federação Espiritossantense de Tênis; e Federação Espiritossantense de Voleibol.

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Tese de Doutoramento “Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu”, em Ciências do Desporto na Fac. Desporto (Univ. Porto)

Tuesday, April 26th, 2011

 

 

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Dissertação de Doutoramento Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu, em Ciências do Desporto na Faculdade do Desporto na Universidade do Porto. Segundo o autor, no seu Resumo,

«O objecto económico da tese é a competitividade da economia das federações desportivas através da determinação da produtividade de Portugal no mercado europeu.

A tese estima a variação na produtividade total do desporto português em dois níveis: na competição entre as federações desportivas  no mercado nacional na competição e no mercado europeu com os outros países do continente. A produtividade total é subdividida em variação técnica da eficiência e em variação tecnológica segundo o método DEA (Data Envelopment Analysis). O objectivo deste modelo é encontrar as melhores práticas que geram melhorias da performance entre as federações nacionais e de Portugal na Europa.

A tese propõe um modelo de pirâmide de produção; a informal, a recreativa e a de alto rendimento. Este modelo permite equacionar a economia das federações desportivas e dimensionar a competitividade dos sistemas desportivos. Na analise empírica as federações são hierarquizadas segundo os resultados de 1996 a 2008 e os países europeus são hierarquizados pela sua produtividade de 2005 a 2007 mostrando a produtividade das federações e de Portugal no contexto europeu no período.

A análise detectou limitações da análise económica e das estatísticas em Portugal e na Europa para as quais são indicadas medidas de política desportiva privada e pública.

As conclusões da tese apontam para políticas de política desportiva a nível europeu, nacional e associativo nomeadamente para a consideração do mercado do desporto como o de monopólios em competição cujo benchmark europeu permite a definição de medidas de políticas desportivas tendentes à convergência dos países e das federações no contexto europeu.

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Tese de Doutoramento “Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu”, em Ciências do Desporto na Fac. Desporto (Univ. Porto)

Tuesday, April 26th, 2011

 

 

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Dissertação de Doutoramento Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu, em Ciências do Desporto na Faculdade do Desporto na Universidade do Porto. Segundo o autor, no seu Resumo,

«O objecto económico da tese é a competitividade da economia das federações desportivas através da determinação da produtividade de Portugal no mercado europeu.

A tese estima a variação na produtividade total do desporto português em dois níveis: na competição entre as federações desportivas  no mercado nacional na competição e no mercado europeu com os outros países do continente. A produtividade total é subdividida em variação técnica da eficiência e em variação tecnológica segundo o método DEA (Data Envelopment Analysis). O objectivo deste modelo é encontrar as melhores práticas que geram melhorias da performance entre as federações nacionais e de Portugal na Europa.

A tese propõe um modelo de pirâmide de produção; a informal, a recreativa e a de alto rendimento. Este modelo permite equacionar a economia das federações desportivas e dimensionar a competitividade dos sistemas desportivos. Na analise empírica as federações são hierarquizadas segundo os resultados de 1996 a 2008 e os países europeus são hierarquizados pela sua produtividade de 2005 a 2007 mostrando a produtividade das federações e de Portugal no contexto europeu no período.

A análise detectou limitações da análise económica e das estatísticas em Portugal e na Europa para as quais são indicadas medidas de política desportiva privada e pública.

As conclusões da tese apontam para políticas de política desportiva a nível europeu, nacional e associativo nomeadamente para a consideração do mercado do desporto como o de monopólios em competição cujo benchmark europeu permite a definição de medidas de políticas desportivas tendentes à convergência dos países e das federações no contexto europeu.

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Tese de Doutoramento “Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu”, em Ciências do Desporto na Fac. Desporto (Univ. Porto)

Tuesday, April 26th, 2011

 

 

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Dissertação de Doutoramento Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu, em Ciências do Desporto na Faculdade do Desporto na Universidade do Porto. Segundo o autor, no seu Resumo,

«O objecto económico da tese é a competitividade da economia das federações desportivas através da determinação da produtividade de Portugal no mercado europeu.

A tese estima a variação na produtividade total do desporto português em dois níveis: na competição entre as federações desportivas  no mercado nacional na competição e no mercado europeu com os outros países do continente. A produtividade total é subdividida em variação técnica da eficiência e em variação tecnológica segundo o método DEA (Data Envelopment Analysis). O objectivo deste modelo é encontrar as melhores práticas que geram melhorias da performance entre as federações nacionais e de Portugal na Europa.

A tese propõe um modelo de pirâmide de produção; a informal, a recreativa e a de alto rendimento. Este modelo permite equacionar a economia das federações desportivas e dimensionar a competitividade dos sistemas desportivos. Na analise empírica as federações são hierarquizadas segundo os resultados de 1996 a 2008 e os países europeus são hierarquizados pela sua produtividade de 2005 a 2007 mostrando a produtividade das federações e de Portugal no contexto europeu no período.

A análise detectou limitações da análise económica e das estatísticas em Portugal e na Europa para as quais são indicadas medidas de política desportiva privada e pública.

As conclusões da tese apontam para políticas de política desportiva a nível europeu, nacional e associativo nomeadamente para a consideração do mercado do desporto como o de monopólios em competição cujo benchmark europeu permite a definição de medidas de políticas desportivas tendentes à convergência dos países e das federações no contexto europeu.

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Tese de Doutoramento “Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu”, em Ciências do Desporto na Fac. Desporto (Univ. Porto)

Tuesday, April 26th, 2011

 

 

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Dissertação de Doutoramento Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu, em Ciências do Desporto na Faculdade do Desporto na Universidade do Porto. Segundo o autor, no seu Resumo,

«O objecto económico da tese é a competitividade da economia das federações desportivas através da determinação da produtividade de Portugal no mercado europeu.

A tese estima a variação na produtividade total do desporto português em dois níveis: na competição entre as federações desportivas  no mercado nacional na competição e no mercado europeu com os outros países do continente. A produtividade total é subdividida em variação técnica da eficiência e em variação tecnológica segundo o método DEA (Data Envelopment Analysis). O objectivo deste modelo é encontrar as melhores práticas que geram melhorias da performance entre as federações nacionais e de Portugal na Europa.

A tese propõe um modelo de pirâmide de produção; a informal, a recreativa e a de alto rendimento. Este modelo permite equacionar a economia das federações desportivas e dimensionar a competitividade dos sistemas desportivos. Na analise empírica as federações são hierarquizadas segundo os resultados de 1996 a 2008 e os países europeus são hierarquizados pela sua produtividade de 2005 a 2007 mostrando a produtividade das federações e de Portugal no contexto europeu no período.

A análise detectou limitações da análise económica e das estatísticas em Portugal e na Europa para as quais são indicadas medidas de política desportiva privada e pública.

As conclusões da tese apontam para políticas de política desportiva a nível europeu, nacional e associativo nomeadamente para a consideração do mercado do desporto como o de monopólios em competição cujo benchmark europeu permite a definição de medidas de políticas desportivas tendentes à convergência dos países e das federações no contexto europeu.

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Tese de Doutoramento “Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu”, em Ciências do Desporto na Fac. Desporto (Univ. Porto)

Tuesday, April 26th, 2011

 

 

Fernando Tenreiro, apresentou em 2010, a Dissertação de Doutoramento Economia do Desporto: A Competitividade de Portugal no Contexto Europeu, em Ciências do Desporto na Faculdade do Desporto na Universidade do Porto. Segundo o autor, no seu Resumo,

«O objecto económico da tese é a competitividade da economia das federações desportivas através da determinação da produtividade de Portugal no mercado europeu.

A tese estima a variação na produtividade total do desporto português em dois níveis: na competição entre as federações desportivas  no mercado nacional na competição e no mercado europeu com os outros países do continente. A produtividade total é subdividida em variação técnica da eficiência e em variação tecnológica segundo o método DEA (Data Envelopment Analysis). O objectivo deste modelo é encontrar as melhores práticas que geram melhorias da performance entre as federações nacionais e de Portugal na Europa.

A tese propõe um modelo de pirâmide de produção; a informal, a recreativa e a de alto rendimento. Este modelo permite equacionar a economia das federações desportivas e dimensionar a competitividade dos sistemas desportivos. Na analise empírica as federações são hierarquizadas segundo os resultados de 1996 a 2008 e os países europeus são hierarquizados pela sua produtividade de 2005 a 2007 mostrando a produtividade das federações e de Portugal no contexto europeu no período.

A análise detectou limitações da análise económica e das estatísticas em Portugal e na Europa para as quais são indicadas medidas de política desportiva privada e pública.

As conclusões da tese apontam para políticas de política desportiva a nível europeu, nacional e associativo nomeadamente para a consideração do mercado do desporto como o de monopólios em competição cujo benchmark europeu permite a definição de medidas de políticas desportivas tendentes à convergência dos países e das federações no contexto europeu.

Federações reconhecem que cortes orçamentais vão obrigar a reorganização da sua acção

Saturday, April 23rd, 2011

Despacho da agência Lusa de 18/4, divulgado no sítio da sec. Estado da Juventude e Desporto:

Federações reconhecem que cortes orçamentais vão obrigar a reorganização da sua acção

Os presidentes de algumas federações são unânimes em considerar que o corte orçamental nos contratos-programa para este ano vão obrigar a uma reorganização da sua acção desportiva e que os mesmos deviam ser feitos mediante os resultados obtidos.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, anunciou na segunda-feira, durante uma reunião com as federações desportivas, que os contratos-programa vão sofrer um corte médio de 12,9 por cento do total do orçamentado no ano passado para as federações, que foi de 31 milhões de euros.

«Há duas coisas que a canoagem vai fazer, primeiro, adaptar-se à realidade nacional, já que, acima de tudo, somos realistas e, em segundo lugar, ir para dentro de água e fazer tudo e melhor do que no ano passado e batermo-nos por resultados», disse à agência Lusa Mário Santos, presidente da Federação Portuguesa de Canoagem.

No entanto, o responsável é crítico na forma como se vão fazer os cortes, considerando tratar-se de um «cálculo aritmético, sem critério de valoração», o que considera de «uma injustiça».

«Vão tratar de igual forma a canoagem, que tem tido resultados e mérito. Não quero dizer que a canoagem estivesse na expectativa de receber mais ou menos, mas a modalidade já demonstrou que a nível desportivo tem potencial», frisou o responsável, que vai ser o chefe da missão olímpica nos Jogos de Londres2012.

Mário Santos lembrou que a modalidade traz para o país «centenas e centenas de atletas para estagiar», gerando receitas que «rondam o milhão de euros em estadias», e recordou também que Portugal tem «os melhores fabricantes de canoas e que exporta para todo o Mundo».

Também Carlos Andrade, membro da direcção da Federação Portuguesa de Judo e único candidato à presidência do organismo, considerou as medidas como «uma péssima notícia», já que o apoio do Estado para a modalidade já era «muito apertado», dado o grau de «responsabilidade e sucesso» que a modalidade representa para o país.

O responsável avançou ainda que, com os cortes, a federação de judo terá de «redimensionar» alguns dos objectivos e propostas, mas salientou que, em época de crise, «há que agarrar ao máximo as coisas positivas para tirar partido».

«Foi o que aconteceu com o judo, parece que em tempos de crise estamos todos unidos e, por isso, só apareceu uma lista candidata às eleições. Estamos todos a trabalhar para o mesmo fim», contou.

José Luís Ferreira, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, frisou à Lusa que se perdeu a oportunidade de apoiar as federações com base numa avaliação concreta ao trabalho realizado.

«Perdeu-se, mais uma vez, a oportunidade para apoiar as federações com base numa avaliação concreta ao trabalho que estas realizam e aos resultados apresentados na alta competição. E ao crescimento registado, mediante os parâmetros claramente definidos», explicou.

Para o responsável, o “mérito” continua a não ser premiado, considerando que «não há estímulo», uma vez que se recorre ao valor do ano anterior e actua-se perante esse número.

«É certo que não foi um corte cego, pois houve o cuidado de retirar mais a quem mais recebe», afirmou José Luís Ferreira, avançando que o corte estimado em 87.000 euros, «com óbvia repercussão na actividade, obriga a um plano de contingência».

RCP/RBA.

Fonte: Agência LUSA

Notícia divulgada em 24/4 com data de 23/4 [Sublinhados de Ala de Rei. Foi corrigida a grafia do novo acordo ortográfico utilizado pela agência Lusa]

Federações reconhecem que cortes orçamentais vão obrigar a reorganização da sua acção

Saturday, April 23rd, 2011

Despacho da agência Lusa de 18/4, divulgado no sítio da sec. Estado da Juventude e Desporto:

Federações reconhecem que cortes orçamentais vão obrigar a reorganização da sua acção

Os presidentes de algumas federações são unânimes em considerar que o corte orçamental nos contratos-programa para este ano vão obrigar a uma reorganização da sua acção desportiva e que os mesmos deviam ser feitos mediante os resultados obtidos.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, anunciou na segunda-feira, durante uma reunião com as federações desportivas, que os contratos-programa vão sofrer um corte médio de 12,9 por cento do total do orçamentado no ano passado para as federações, que foi de 31 milhões de euros.

«Há duas coisas que a canoagem vai fazer, primeiro, adaptar-se à realidade nacional, já que, acima de tudo, somos realistas e, em segundo lugar, ir para dentro de água e fazer tudo e melhor do que no ano passado e batermo-nos por resultados», disse à agência Lusa Mário Santos, presidente da Federação Portuguesa de Canoagem.

No entanto, o responsável é crítico na forma como se vão fazer os cortes, considerando tratar-se de um «cálculo aritmético, sem critério de valoração», o que considera de «uma injustiça».

«Vão tratar de igual forma a canoagem, que tem tido resultados e mérito. Não quero dizer que a canoagem estivesse na expectativa de receber mais ou menos, mas a modalidade já demonstrou que a nível desportivo tem potencial», frisou o responsável, que vai ser o chefe da missão olímpica nos Jogos de Londres2012.

Mário Santos lembrou que a modalidade traz para o país «centenas e centenas de atletas para estagiar», gerando receitas que «rondam o milhão de euros em estadias», e recordou também que Portugal tem «os melhores fabricantes de canoas e que exporta para todo o Mundo».

Também Carlos Andrade, membro da direcção da Federação Portuguesa de Judo e único candidato à presidência do organismo, considerou as medidas como «uma péssima notícia», já que o apoio do Estado para a modalidade já era «muito apertado», dado o grau de «responsabilidade e sucesso» que a modalidade representa para o país.

O responsável avançou ainda que, com os cortes, a federação de judo terá de «redimensionar» alguns dos objectivos e propostas, mas salientou que, em época de crise, «há que agarrar ao máximo as coisas positivas para tirar partido».

«Foi o que aconteceu com o judo, parece que em tempos de crise estamos todos unidos e, por isso, só apareceu uma lista candidata às eleições. Estamos todos a trabalhar para o mesmo fim», contou.

José Luís Ferreira, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, frisou à Lusa que se perdeu a oportunidade de apoiar as federações com base numa avaliação concreta ao trabalho realizado.

«Perdeu-se, mais uma vez, a oportunidade para apoiar as federações com base numa avaliação concreta ao trabalho que estas realizam e aos resultados apresentados na alta competição. E ao crescimento registado, mediante os parâmetros claramente definidos», explicou.

Para o responsável, o “mérito” continua a não ser premiado, considerando que «não há estímulo», uma vez que se recorre ao valor do ano anterior e actua-se perante esse número.

«É certo que não foi um corte cego, pois houve o cuidado de retirar mais a quem mais recebe», afirmou José Luís Ferreira, avançando que o corte estimado em 87.000 euros, «com óbvia repercussão na actividade, obriga a um plano de contingência».

RCP/RBA.

Fonte: Agência LUSA

Notícia divulgada em 24/4 com data de 23/4 [Sublinhados de Ala de Rei. Foi corrigida a grafia do novo acordo ortográfico utilizado pela agência Lusa]

Afinal o corte orçamental não é igual nem é para todas as federações desportivas. Vai dos 5 aos 15% e só a partir de subsídios de € 100.000,00.

Wednesday, April 20th, 2011

O Correio do Minho, na sua edição online revela mais informações sobre os anunciados cortes no financiamento das federações desportivas por parte do Governo devido à crise financeira que o país atravessa.

Ficou a saber-se, por exemplo, que existem 4 escalões, aos quais correspondem cortes que vão dos 5% aos 15%, consoante os montantes recebidos do IDP, com excepções das federações desportivas que recebem subsídios inferiores a € 100.000,00 que ficam excluídas dos cortes.

Transcrevo de seguida excertos do despacho citado no artigo da Lusa que pode ser lido na íntegra na edição do Correio do Minho.

 

As federações de andebol, patinagem, basquetebol e voleibol encaram os cortes orçamentais de que vão ser alvo como «um mal necessário», dada a situação económica do país, que irá obrigar a ‘rigor’ e “gestão atenta”.

«A Federação de Patinagem de Portugal (FPP), considerando as dificuldades financeiras de Portugal, que levaram à intervenção do FMI, compreende as anunciadas reduções», disse à Agência Lusa o presidente Fernando Claro.

O dirigente assegura que, do ponto de vista pessoal, irá seguir com atenção a evolução da situação económica do país e que procurará adotar as medidas que achar necessárias para assegurar, com rigor, a sustentabilidade da FPP.

Os cortes nas comparticipações do Estado às federações desportivas, entre os 5 e os 15 por cento, foram anunciados na segunda-feira pelo secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, em Lisboa.

Os cortes visam os contratos-programa para desenvolvimento desportivo, alta competição e qualificação técnica.

Laurentino Dias definiu que as federações que recebem do Estado menos de 100 mil euros não vão sofrer nenhuma redução e que as restantes irão ser distribuídas por quatro escalões, de 5 a 15 por cento de penalização.

No caso específico da Federação de Patinagem de Portugal (FPP), que previa receber do Estado cerca de 870 mil euros e uma vez que ficou abrangida pelo terceiro escalão, de 12,5 por cento, o corte será de mais de 100 mil euros.

O presidente da Federação Portuguesa de Andebol (FPA), Henrique Torrinha, disse à Lusa que só será possível contabilizar o total das reduções quando se proceder à assinatura na especialidade de cada contrato-programa.

Henrique Torrinha, que gere uma das federações que recebe mais de um milhão de euros do Estado, e que por isso mesmo irá sofrer um corte de 15 por cento, disse que «terão que ser tomadas opções, para minimizar os danos».

Mário Saldanha, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, outra das entidades que sofrerá um corte maior, explicou que Laurentino Dias começou por dizer no encontro que aquela se tratava de uma reunião que não queria fazer.

«Nenhum dos presentes queria [aquela reunião]. Obviamente que o corte previsto entre 12,9 a 15 por cento, conforme a negociação com o IDP, faz mossa a uma federação como a nossa, que tem vindo a crescer nos últimos anos», frisou.

Este responsável exortou ainda as empresas participadas pelo Estado a patrocinaram não só o futebol, como reclama que tem sido hábito até agora, mas também as restantes federações, distribuindo os patrocínios.

A Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) é outra das que recebe mais de um milhão de euros do Estado e que, por isso mesmo, ficará ao abrigo do quarto e último escalão, sofrendo uma redução de 15 por cento.

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