
Archive for the ‘Livros’ Category
Jaque publica “Como me convertí en grande maestro y outros escritos” de Aaron Ninzovich e “Obras Completas de Reti (I)”
Thursday, July 28th, 2011Para a pressão do Futebol e do Xadrez, a arte do Tiro com Arco ou o ensino da cozinha do Mestre Tenzin?
Wednesday, July 27th, 2011© 2007 Biblioteca Ediores Indpendentes
Neste livro admirável, o Professor Herrigel, filósofo alemão que veio para o Japão e exercitou a arte do tiro com arco para compreender o Zen, concede-nos um relato esclarecedor da sua própria experiência. A sua maneira de se expressar aproximará o leitor ocidental daquela singular e aparentemente inacessível forma da vivência oriental.
Um dos aspectos mais significativos na prática do tiro com arco – e em qualquer outra arte praticada no Japão e provavelmente também noutros países do Extremo Oriente – é o facto de não ter quaisquer propósitos utilitários, nem se destinar à pura fruição estética. Na verdade, representa um exercício da consciência, com o objectivo de a pôr em contacto com a realidade última. Assim, não se pratica o tiro com arco no mero intuito de acertar no alvo, nem se maneja a espada com o fim de vencer o adversário; o bailarino não dança apenas para executar um movimento rítmico: acima de tudo pretende-se harmonizar o consciente com o inconsciente.
© 2010 Assírio & Alvim
Este pequeno texto do século XIII, breve e intenso, que se lê em menos de uma hora, dirige-se a todos aqueles que não querem fazer uma ruptura entre a sua busca interior e aquilo que fazem ao longo do dia. A leitura destas páginas ser-lhes-ámuito proveitosa, qualquer que seja a sua filosofia ou religião. E isto,mesmo quando a sua actividade nada tenha a ver coma cozinha. Porque no Tenzo kyokun, Mestre Dogen dá, é certo, um ensinamento muito preciso ao chefe cozinheiro (tenzo) de um mosteiro zen,mas, através do trabalho exemplar do tenzo, ele explica- -nos nada menos que a filosofia budista da acção. Ou, dizendo-o de outro modo: de que maneira trabalha um buda. Ou ainda: de que maneira aquele que aspira ao despertar deverá fazer o que tem a fazer.
O autor desta pequena obra-prima nasceu no Japão medieval, logo no início do ano 1200, em Uji, perto de Quioto, sendo o mais novo de uma grande família próxima da corte imperial.
Para a pressão do Futebol e do Xadrez, a arte do Tiro com Arco ou o ensino da cozinha do Mestre Tenzin?
Wednesday, July 27th, 2011© 2007 Biblioteca Ediores Indpendentes
Neste livro admirável, o Professor Herrigel, filósofo alemão que veio para o Japão e exercitou a arte do tiro com arco para compreender o Zen, concede-nos um relato esclarecedor da sua própria experiência. A sua maneira de se expressar aproximará o leitor ocidental daquela singular e aparentemente inacessível forma da vivência oriental.
Um dos aspectos mais significativos na prática do tiro com arco – e em qualquer outra arte praticada no Japão e provavelmente também noutros países do Extremo Oriente – é o facto de não ter quaisquer propósitos utilitários, nem se destinar à pura fruição estética. Na verdade, representa um exercício da consciência, com o objectivo de a pôr em contacto com a realidade última. Assim, não se pratica o tiro com arco no mero intuito de acertar no alvo, nem se maneja a espada com o fim de vencer o adversário; o bailarino não dança apenas para executar um movimento rítmico: acima de tudo pretende-se harmonizar o consciente com o inconsciente.
© 2010 Assírio & Alvim
Este pequeno texto do século XIII, breve e intenso, que se lê em menos de uma hora, dirige-se a todos aqueles que não querem fazer uma ruptura entre a sua busca interior e aquilo que fazem ao longo do dia. A leitura destas páginas ser-lhes-ámuito proveitosa, qualquer que seja a sua filosofia ou religião. E isto,mesmo quando a sua actividade nada tenha a ver coma cozinha. Porque no Tenzo kyokun, Mestre Dogen dá, é certo, um ensinamento muito preciso ao chefe cozinheiro (tenzo) de um mosteiro zen,mas, através do trabalho exemplar do tenzo, ele explica- -nos nada menos que a filosofia budista da acção. Ou, dizendo-o de outro modo: de que maneira trabalha um buda. Ou ainda: de que maneira aquele que aspira ao despertar deverá fazer o que tem a fazer.
O autor desta pequena obra-prima nasceu no Japão medieval, logo no início do ano 1200, em Uji, perto de Quioto, sendo o mais novo de uma grande família próxima da corte imperial.
Editado pela Fund. Manuel dos Santos “Corrupção” do Prof. Luis de Sousa
Monday, April 25th, 2011
Corrupção de Luis de Sousa
«A corrupção, enquanto forma de influência ou compra de decisões, permaneceu invariável ao longo dos séculos, mas o modo como o poder se estrutura e é exercido em sociedade tem evoluído, criando novas oportunidades e incentivos para este tipo de prática. O que é a corrupção? Como se estrutura e se processa? Que tipos de corrupção são vistos com tolerância e que tipos são considerados danosos para o funcionamento das instituições? quais as causas que explicam a prevalência da corrupção em determinada sociedade ou contexto histórico? Que factores de risco potenciam a sua ocorrência? Como se tem desenvolvido o combate à corrupção em Portugal? Que papel compete à política, à justiça, aos media e à sociedade civil? Estas e outras questões são objecto de reflexão neste livro.»
Nota dos Editores
«O livro está organizado em duas partes, com quatro capítulos cada. A primeira parte é dedicada ao fenómeno da corrupção, definições, processos, tipos, causas e riscos; a segunda, ao seu controlo, focando-se nos quatro actores com um papel central neste processo: a Justiça, os media, a classe política e a sociedade civil. Optou-se por não incluir uma conclusão, porque se entende que o ensaio é por definição uma reflexão inconclusiva, um trabalho em curso.»
Introdução do autor
Luís de Sousa é investigador do Instituto de Ciências Sociais (Univ. Lisboa).
Doutorou-se em Ciências Sociais e Políticas pelo Instituto Universitário Europeu de Florença em Julho de 2002, com uma tese sobre políticas públicas de combate à corrupção [Corruption: Assessing Ethical Standards in Political Life through Control Policies]. É o fundador e coordenador responsável da primeira rede agências anti-corrupção [Research Network of Anti-Corruption Agencies] (ANCORAGATE-NET) e presidente da Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC), ponto de contacto nacional da Transparency International. É consultor internacional em medidas de controle da corrupção e financiamento político.
“End Game: Bobby Fischer’s Remarkable Rise and Fall – from America’s Bightest Prodigy to the Edge of Madness”, de Frank Brady
Wednesday, March 2nd, 2011
© 2011 Crown Publishing € 18,70

Frank Brady recalls the life of Bobby Fischer at Barnes & Noble
Ver recensões críticas de Dick Cavett, Guest Reviewer em bookcountdown.com, Janet Maslin em Odd, Odd case of Bobby Fischer, no New York Times e do GM Kevin Spraggett, Bits and pieces in the news, no seu blogue. Ler também a nota de Edward Winter, Endgame by Frank Brady, em chesshistory.com/winter.
(Actualizado após o comentário do mestre João Cordovil).
“Ajedrez es mi vida… y algo más”, de Viktor Korchnoi
Sunday, January 9th, 2011Editorial Chessy [Dec.2010, € 19,90, 300 p.]
La edición española de este clásico, con nuevas historias, más partidas y fotos inéditas de Korchnoi. Libro autobiográfico.
Víktor Korchnói es una de las grandes figuras de la historia del ajedrez. Y decidió escribir su biografía (ahora actualizada) cuando en 1976 desertó de la URSS. “Chess is my life” es un clásico que jamás se había publicado en castellano, y que en 2011 sale a la luz con nuevos capítulos y partidas, especialmente comentadas por Korchnói para esta edición.
La implicación e interés del gran Víktor por verlo por fin en castellano ha redundado en un gran trabajo personal, ya que ha seleccionado numerosas fotografías inéditas respecto a otras ediciones y ha posibilitado la publicación de partidas históricas que se omitieron en las ediciones inglesa y rusa.
Korchnói relata con un estilo atractivo su carrera ajedrecística, y sus historias toman cuerpo a partir de su ingreso en el olimpo del ajedrez (tres décadas en lo más alto), situándose en un contexto muy especial: la Unión Soviética del racionamiento de viajes al extranjero, las intrigas, y la hipocresía como motor de esa sociedad. Korchnói pasa revista a personajes clave como Furman, Tal, Spasski, Smíslov, Botvínnik, Guéler, Petrosián, Bronstein, Keres, Stein, Bondarevski, Polugáievski, Fischer, Kárpov, Kaspárov y Campomanes, que casi escribieron la historia del ajedrez en el siglo XX.Lectores de todas las edades se sentirán por igual fascinados por la manera de contar su historia y, además, conocerán de primera mano la época dorada del ajedrez soviético de manos de uno de sus abanderados. Víktor Korchnói pudo cambiar el destino del ajedrez mundial si en los tres duelos por la corona contra Kárpov hubiera tenido el mismo apoyo que él.
Korchnói simboliza el inconformismo, la rebeldía, la dignidad, la honradez, la disciplina y un espíritu de lucha indomable frente a los campeones favorecidos por el régimen comunista. Y es, quizá, el deportista más longevo de la historia. A punto de cumplir 80 años, sigue jugando torneos y sufriendo con cada derrota. Víktor, que no puede dejar pasar un día sin ajedrez, simboliza este amor incondicional-inquebrantable hacia nuestro deporte de uno de los mayores campeones de nuestro tiempo. Un Campeón sin corona que sufrió en sus carnes el mayor boicot de sus colegas, los Grandes Maestros soviéticos.Esta obra empieza de una manera singular y la primera historia del libro nos sitúa nada menos que en Palma de Mallorca. La de Korchnói es, sin duda, una vida de película.
Hojas perennes e Editorial Chessey

Podemos ler também as recensões críticas, (à edição em língua inglesa que é de 1978) do MI John Donaldson (em www.jeremysilman.com) e de Chessbug (em www.chessbug.com) que atribui o Rating: 9.5/10.
“Ajedrez es mi vida… y algo más”, de Viktor Korcnoi
Sunday, January 9th, 2011Editorial Chessy [Dec.2010, € 19,90, 300 p.]
La edición española de este clásico, con nuevas historias, más partidas y fotos inéditas de Korchnoi. Libro autobiográfico.
Víktor Korchnói es una de las grandes figuras de la historia del ajedrez. Y decidió escribir su biografía (ahora actualizada) cuando en 1976 desertó de la URSS. “Chess is my life” es un clásico que jamás se había publicado en castellano, y que en 2011 sale a la luz con nuevos capítulos y partidas, especialmente comentadas por Korchnói para esta edición.
La implicación e interés del gran Víktor por verlo por fin en castellano ha redundado en un gran trabajo personal, ya que ha seleccionado numerosas fotografías inéditas respecto a otras ediciones y ha posibilitado la publicación de partidas históricas que se omitieron en las ediciones inglesa y rusa.
Korchnói relata con un estilo atractivo su carrera ajedrecística, y sus historias toman cuerpo a partir de su ingreso en el olimpo del ajedrez (tres décadas en lo más alto), situándose en un contexto muy especial: la Unión Soviética del racionamiento de viajes al extranjero, las intrigas, y la hipocresía como motor de esa sociedad. Korchnói pasa revista a personajes clave como Furman, Tal, Spasski, Smíslov, Botvínnik, Guéler, Petrosián, Bronstein, Keres, Stein, Bondarevski, Polugáievski, Fischer, Kárpov, Kaspárov y Campomanes, que casi escribieron la historia del ajedrez en el siglo XX.Lectores de todas las edades se sentirán por igual fascinados por la manera de contar su historia y, además, conocerán de primera mano la época dorada del ajedrez soviético de manos de uno de sus abanderados. Víktor Korchnói pudo cambiar el destino del ajedrez mundial si en los tres duelos por la corona contra Kárpov hubiera tenido el mismo apoyo que él.
Korchnói simboliza el inconformismo, la rebeldía, la dignidad, la honradez, la disciplina y un espíritu de lucha indomable frente a los campeones favorecidos por el régimen comunista. Y es, quizá, el deportista más longevo de la historia. A punto de cumplir 80 años, sigue jugando torneos y sufriendo con cada derrota. Víktor, que no puede dejar pasar un día sin ajedrez, simboliza este amor incondicional-inquebrantable hacia nuestro deporte de uno de los mayores campeones de nuestro tiempo. Un Campeón sin corona que sufrió en sus carnes el mayor boicot de sus colegas, los Grandes Maestros soviéticos.Esta obra empieza de una manera singular y la primera historia del libro nos sitúa nada menos que en Palma de Mallorca. La de Korchnói es, sin duda, una vida de película.
Hojas perennes e Editorial Chessey
Podemos ler também as recensões críticas, (à edição em língua inglesa que é de 1978) do MI John Donaldson (em www.jeremysilman.com) e de Chessbug (em www.chessbug.com) que atribui o Rating: 9.5/10.
Disponível em breve nas livrarias “Obras completas de Reti (I)” (Jaque)
Sunday, December 26th, 2010Chess in Portugal: Portuguese Chess Players, Pedro Damiano, Portuguese Chess Championship, Portuguese Chess Federation, Francisco Lupi
Monday, November 1st, 2010
| Título | Chess in Portugal: Portuguese Chess Players, Pedro Damiano, Portuguese Chess Championship, Portuguese Chess Federation, Francisco Lupi |
| Autor | Books, LLC |
| Editor | Books, LLC |
| Editora | General Books, 2010 |
| ISBN | 1157797296, 9781157797296 |
| Páginas | 26 |
Chess in Portugal: Portuguese Chess Players, Pedro Damiano, Portuguese Chess Championship, Portuguese Chess Federation, Francisco Lupi
Monday, November 1st, 2010
| Título | Chess in Portugal: Portuguese Chess Players, Pedro Damiano, Portuguese Chess Championship, Portuguese Chess Federation, Francisco Lupi |
| Autor | Books, LLC |
| Editor | Books, LLC |
| Editora | General Books, 2010 |
| ISBN | 1157797296, 9781157797296 |
| Páginas | 26 |



