Porque eramos amigos e às vezes nos amávamos,
talvez para juntar outro interesse
aos muitos que os dois nos obrigavam,
decidimos jogar jogos de inteligência.
Pusemos um tabuleiro frente a nós,
equitativo em peças, em valores,
possibilidade de movimentos.
Aprendemos as regras, juramos respeitá-las.
E a partida teve início.
Eis-nos aqui há um século, sentados, meditando
encarniçadamente
como dar a estoca última que aniquile
de forma inápelavel e para sempre o outro.
Porque eramos amigos e às vezes nos amávamos,
talvez para juntar outro interesse
aos muitos que os dois nos obrigavam,
decidimos jogar jogos de inteligência.
Pusemos um tabuleiro frente a nós,
equitativo em peças, em valores,
possibilidade de movimentos.
Aprendemos as regras, juramos respeitá-las.
E a partida teve início.
Eis-nos aqui há um século, sentados, meditando
encarniçadamente
como dar a estoca última que aniquile
de forma inápelavel e para sempre o outro.
A minha arte é um fenómeno Surrealista do enigma, impossível e quase que inexplicável para muitos… na realidade existe sempre um objectivo que por vezes se dissipa em inspirações, formas de beleza a brilhar, que me obrigam a absorver neste Mundo Artístico, muito meu!
Renato Pereira
Manaús (Amazonas) no Brasil em 18 de Julho de 1945.
Veio para Portugal apenas com 5 anos e, em Lisboa passou pelo Colégio Particular para Deficientes Auditivos do Prof. Cruz Filipe e pela Escola de Artes Decorativas António Arroio onde frequentou o Curso de Pintura Decorativa. Desde o ano de 1966 é desenhador técnico de construção civil, por profissão, da Fundação Calouste Gulbenkian e reformou-se no ano de 2000. Apenas nos tempos livres executa a actividade artística, e sem “atelier” onde trabalhar, pelo que trabalha na residência.
Desde uma curta temporada – com excepção do ano de 1976 e noutro de 1984 – e foi só a partir do ano 85, revelou-se, por inteiro, dotado de invulgares aptidões artísticas.
Por motivos ligados à sua longa actividade de xadrez no escalão mais elevado a nível nacional e mundial não pintou até 1984, ano em que abandonou o xadrez e começou por se dedicar à pintura.
E, então, começou a cultivar as aptidões com persistência, praticando o desenho e executando inúmeros quadros a lápis, carvão, aguarela, guache, óleo, etc. que logo o tornaram notado nos meios artísticos.
Tem raízes artísticas, que se o originaram no “figurismo abstracto moderno” consoante as suas ideias heterogéneas e heteromorfas variavelmente coloridas aplicando-se sobre os temas diferentemente críticos.
Mais que tudo – só o figurismo o tornou um apaixonante em causa, e nesta perspectiva de exibicionismo pictural o influi na questão, tantos anos após a sua actividade xadrezística começou expondo individualmente e colectivamente nas várias galerias.
Exposições em que participou:
1986 A 1993 – Exposição Individual de Pintura, Galeria da Associação Cultural de Surdos da Amadora.
A minha arte é um fenómeno Surrealista do enigma, impossível e quase que inexplicável para muitos… na realidade existe sempre um objectivo que por vezes se dissipa em inspirações, formas de beleza a brilhar, que me obrigam a absorver neste Mundo Artístico, muito meu!
Renato Pereira
Manaús (Amazonas) no Brasil em 18 de Julho de 1945.
Veio para Portugal apenas com 5 anos e, em Lisboa passou pelo Colégio Particular para Deficientes Auditivos do Prof. Cruz Filipe e pela Escola de Artes Decorativas António Arroio onde frequentou o Curso de Pintura Decorativa. Desde o ano de 1966 é desenhador técnico de construção civil, por profissão, da Fundação Calouste Gulbenkian e reformou-se no ano de 2000. Apenas nos tempos livres executa a actividade artística, e sem “atelier” onde trabalhar, pelo que trabalha na residência.
Desde uma curta temporada – com excepção do ano de 1976 e noutro de 1984 – e foi só a partir do ano 85, revelou-se, por inteiro, dotado de invulgares aptidões artísticas.
Por motivos ligados à sua longa actividade de xadrez no escalão mais elevado a nível nacional e mundial não pintou até 1984, ano em que abandonou o xadrez e começou por se dedicar à pintura.
E, então, começou a cultivar as aptidões com persistência, praticando o desenho e executando inúmeros quadros a lápis, carvão, aguarela, guache, óleo, etc. que logo o tornaram notado nos meios artísticos.
Tem raízes artísticas, que se o originaram no “figurismo abstracto moderno” consoante as suas ideias heterogéneas e heteromorfas variavelmente coloridas aplicando-se sobre os temas diferentemente críticos.
Mais que tudo – só o figurismo o tornou um apaixonante em causa, e nesta perspectiva de exibicionismo pictural o influi na questão, tantos anos após a sua actividade xadrezística começou expondo individualmente e colectivamente nas várias galerias.
Exposições em que participou:
1986 A 1993 – Exposição Individual de Pintura, Galeria da Associação Cultural de Surdos da Amadora.
Esta parece uma invenção tirada diretamente do desenho animado: um xadrez em que as peças são substituídas por lâmpadas. A criação é do arquiteto norte-americano Brent Blake, que uniu seus conhecimentos de consultor de design às habilidades como jogador de xadrez.
O tabuleiro elétrico é formado por uma base laminada e usa soquetes e bocais para marcar a posição das peças, que por sua vez são substituídas por lâmpadas.
Em vez do formato das peças designar sua ascendência no jogo, Blake usou cores. As lâmpadas brancas, por exemplo, são os peões. Os cavalos são representados pela cor azul, as torres são verdes, os bispos são amarelos e a rainha, vermelha. O rei é uma grande lâmpada branca.
As lâmpadas são colocadas diretamente no tabuleiro elétrico e, enquanto se movimentam, ficam acesas. No momento em que uma peça é capturada pelo oponente, vai parar na fileira lateral do tabuleiro, em que fica apagada.
A corrente elétrica é bem baixa para evitar que os jogadores queimem os dedos à medida que o jogo prossegue: 7 watts para os peões e 11 watts para o restante. Um dimmer controla a intensidade do brilho das lâmpadas.
Seria no mínimo curioso saber o que o grande campeão russo Gary Kasparov acharia de disputar uma partida nesse tabuleiro.
O jogo de xadrez elétrico será apresentado na exposição “Big Deal Art Show Party” no Lake Museum & Art, em Moses, Washington, no próximo dia 21 de Agosto.