Editorial de Isabel Stilwell no jornal Destak
Quantas vezes é que já foi tentado (e cedeu) a mandar uma SMS sobre um assunto delicado só porque não se sente com coragem de ver o impacto daquilo que tem a dizer na cara da outra pessoa?
E quantas vezes é que leu as palavras de um e-mail como um insulto, para depois descobrir que quem lhas escreveu “estava a brincar”? Apesar dos “lols” e dos “smiles” que se podem introduzir, a verdade é que a comunicação escrita é muito mais pobre, porque lhe falta as expressões do rosto e o tom da voz. Mas como é mais rápida e simples, e evita (ou adia) chatisses, tendemos a usá-la cada vez mais, para angústia dos especialistas em comunicação, que a consideram uma das responsáveis pelo decréscimo na empatia, qualidade que funciona como cola das nossas relações sociais.
Aliás, um indica que os estudantes universitários registavam em 2009 menos 40% de empatia do que em 1997. As cobaias tinham de responder a perguntas sobre a sua preocupação com os menos afortunados e ainda a questões em que lhes era pedido que se colocassem no lugar do outro. Para explicar este decréscimo, os investigadores apontaram a crescente falta de treino nas relações interpessoais “ao vivo”.
Dan Hill, um especialista de comunicação citado pela PT, lembra que conversar é uma aprendizagem complexa, que envolve saber interpretar as expressões faciais de quem temos à frente. «Os seres humanos têm mais músculos faciais do que qualquer outra espécie no planeta (43) e o nosso cérebro está preparado para ler todas elas. Metade do cérebro tem como função processar informação visual.»
É o que fazemos, diz, sempre que dedilhamos SMS ou consultamos mails, enquanto falam connosco. Para além de má-educação e sinal de desinteresse, estamos a deixar atrofiar uma das maiores capacidades que os nossos antepassados nos deixaram em herança.
(Sublinhados da responsabilidade de Ala de Rei)


pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são tipos porreiros
Carlos Queiroz ainda, neste momento, o seleccionador nacional de futebol da FPF, o qual se encontra já ou em vias de suspensão daquelas funções durante os próximos jogos oficiais da selecção nacional. Será, para o feito substituído, pelo seleccionador-adjunto Oliveira.
2012, a disputar na Ucrânia e Polónia., sofreu uma pequena revolução. As datas estão definidas há alguns meses, mas só agora, com o aproximar dos primeiros jogos, o assunto ganha relevância.

de dólares 
![Parvin Khatun, 25 anos © Anisur Rahman [thedailystar.net]](http://www.thedailystar.net/photo/2009/06/21/2009-06-21__back01.jpg)
