Conselhos para os novos jogadores :

Antes de fazer qualquer coisa, visita a secção de Ajuda.


Posts Tagged ‘História do Xadrez’

O melhor programa jamais escrito: o xadrez em 1 KB do ZX-81

Tuesday, August 31st, 2010

Dizem que as limitações são a fonte da criatividade, e neste caso tudo era limitado para um grande hacker. A imagem acima é do ZX-81 Chess, considerados por alguns o melhor programa de computador jamais escrito.

Ao certo não estão errados: era um jogo de xadrez, programado por David Horne, em código de máquina para o lendário Sinclair ZX-81, que inclusive para sua época já era uma máquina pequena e quando digo pequena, ínfima: sua memória RAM era de 1 kilobyte (1024 bytes) ainda que entre uma coisa e outra o programa final ocupava realmente só 672 bytes.

Esta mesma anotação do Ndig ocupa mais memória (uns 1430 bytes). Inclusive a maior parte dos ícones dos programas e páginas web de hoje em dia ocupam mais que esses 672 bytes.

Esse incrível xadrez era capaz de mostrar o tabuleiro na tela, realizar movimentos legais e verificar os do jogador oponente. Também contava com certa “inteligência artificial”, ainda que muito limitada logicamente. Vencê-lo não era difícil para um jogador mediano, mas o mérito era sua própria existência.

Lido em negócio digital.

Biografia de Alexander Alekhine por Jessica Fischer Queen – fabuloso! Biography of Alexander Alekhine by Jessica Fischer Queen – fabulous!

Wednesday, August 18th, 2010

Jessica Fischer Queen tem um canal no YouTubeChess History Videos – simplesmente fabuloso! Exige uma visita imediata e demorada. Encontrei esta pérola – a biografia de Alexandre Alekhine – a única que tive oportunidade de ver até ao momento, mas exigem ser vistos os restantes vídeos em especial Vera Menchik, Charousek, Wilhelm Steinitz e Paul Morphy.

Bem documentada – o acervo documental é grandioso e a pesquisa cuidada, onde não faltam pormenores atentos, como por exemplo, a anedota divulgada e o artigo de F. Lupi em Chess World – e algo polémica, em especial, sobre os artigos nazis de Alekhine, a autora seguiu, em regra, as notícias da imprensa e menos as obras publicadas. Sobre a morte de Alekhine, acompanhou de perto a obra de Dagoberto Markl, evitando controvérsias maiores.

Tenho para mim que a autora pretendeu, sobretudo, apresentar uma biografia centrada nos torneios e matchs para o campeonato do mundo em que Alekhine participou, acompanhada de episódios da sua vida pessoal.

Falo em polémica e controvérsia, porque ainda hoje se discutem,  precisamente, estes assuntos em fóruns e artigos publicados na internet.

Uma banda sonora maravilhosa.

Os vídeos foram disponibilizados no seu canal no YouTube entre 17 e 21 de Fevereiro de 2010.


Jessica Fischer Queen has a YouTube channel – Chess History Videos. Just fabulous! Requires an immediate and an attentive remark. I found this pearl – Alexander Alekhine’s biography – the only one I could see so far, but you can see videos of Vera Menchik, Charousek, Paul Morphy and Wilhelm Steinitz as well.


Alexander Alekhine I

Alexander Alekhine foi um dos mais gloriosos e trágicos dos grandes campeões mundiais de xadrez. Esta parte abrange o seu nascimento, em Moscou, em 1892, até a véspera do seu match do Campeonato do Mundo com o lendário José Raul Capablanca em Buenos Aires, em 1927.

Jessica Fischer Queen

Alexander Alekhine was one of the most glorious and tragic of the world’s great Chess Champions. This segment covers his birth in Moscow, 1892 until the eve of his World Championship match with the legendary Jose Raul Capablanca in Buenos Aires, 1927.


Alexander Alekhine II

Esta parte abrange o match do Campeonato[do Mundo] Alekhine-Capablanca em 1927, o [match do] Campeonato Alekhine-Bogoljubow em 1929 e a notável sequência vitórias de Alekhine nos quatro principais torneios começando com o de San Remo, no qual ele obteve uma performance sem precedentes de 2812.

Jessica Fischer Queen

This segment covers the Alekhine-Capablanca championship match in 1927, the Alekhine-Bologjubow championship in 1929, and Alekhine’s remarkable string of four major tournament victories starting with San Remo, in which he achieved an unprecedented performance rating of 2812.


Alexander Alekhine III

Esta parte abrange os anos 1932-1936, durante os quais Alekhine encontra Grace Wishart, o amor de sua vida, defende o seu título contra Efim Bogoljubow, perde o seu título para o grande mestre holandês Max Euwe e depois lutas – pelos seus padrões – numa série de torneios que que o levaram ao desastre em Nottingham, em 1936, onde Capablanca resolveu vingar-se: o partilhando o primeiro prémio e vencendo Alekhine no tabuleiro na sua primeira partida desde desde o match do campeonato [do mundo] em 1926.

Jessica Fischer Queen

This segment covers the years 1932-1936, during which Alekhine finds Grace Wishart, the love of his life, defends his title against Efim Bogoljubow, loses his title to the great Dutch master Max Euwe, and then struggles- by his standards- in a series of tournaments leading up to his disaster at Nottingham 1936, where Capablanca exacts revenge: sharing first prize and beating Alekhine over the board in their first game since the 1927 championship match.


Alexander Alekhine IV

Esta parte abrange o match de desforra do Campeonato do Mundo Euwe-Alekhine, o Super Torneio de AVRO 1938, a eclosão da II Guerra Mundiale e as Olimpíadas de Xadrez de Buenos Aires 1939.

Jessica Fischer Queen

This segment covers the Euwe-Alekhine World Championship rematch, the AVRO 1938 Supertournament, the outbreak of World War II, and the Buenos Aires Chess Olympiad 1939.


Alexander Alekhine V

Esta última parte abrange a carreira de xadrez de Alekhine na Alemanha e na Europa ocupada pelos nazis, os seu polémicos artigos anti-semitas, os seus seus torneios em Espanha e Portugal e sua misteriosa morte pouco antes do match do título mundial com Mikhail Botvinnik.

Jessica Fischer Queen

This final segment covers Alekhine’s chess career in Germany and Nazi-occupied Europe, his controversial Anti-Semitic articles, his tournaments in Spain and Portugal, and his mysterious death just before his World Title Match with Mikhail Botvinnik.


Entre 6’42″ e 6’56″ é referido o nome do campeão português Francisco Lupi e do torneio que ambos disputaram em Cáceres em 1945 e do match de 4 partidas entre ambos, em 1946 no Estoril e a prtir do 7’22″ aborda a sua estadia e a morte em Portugal, dedicando-se a explanar as causas e os responsáveis pela sua sua morte.

A autora deixa em aberto 3 hipóteses: considerando que a morte de Alekhine continua um mistério - divulga a tese do GM Kevin Spraggett de que «foi assassinado pela polícia política de Salazar» (PIDE), faz referência à notícia da morte retirada do livro de Dagoberto Mark - que «sugere um ataque de coração» e apresenta o relatório da autópsia, retirado igualmente do livro de D. Markl, que «sugere asfixia devida a alimentos».


Sobre «os dados de Deus», Einstein, xadrez e a matemática do Cosmos

Friday, August 6th, 2010

Lê-se num blogue a frase seguinte

Einstein certa vez disse que “Deus não joga dados”, e ao queparece essa frase se eternizou, hoje eu digo que Deus não joga xadrez. Arminianos, apesar de obstinados, muitas vezes não gostam de ser confrontados no tocante a suas premissas, os que isso fizeram e se mantiveram coerentes com suas crenças tornaram-se teístas abertos.

Eu percebo que os contextos são diferentes. Por isso mesmo transcrevi aqui a frase. Nunca passou pela cabeça de Albert Einstein afirmar que Deus alguma vez tivesse jogado qualquer modalidade desportiva, fosse de tabuleiro ou de mesa ou de pavilhão. Pelos menos no sentido literal em que estaria implícito na afirmação de Einstein. Era tão-só uma metáfora.

E quem conhecia o pensamento ou as leituras de Einstein – era um admirador da ideia de Deus de Espinosa – percebia claramente isto, desde logo, que a sua concepção de Deus afastava-o da própria utilização do termo, o que fazia apenas para facilidade de entendimento.

Quem tenha lido, o essencial de Einstein compreendeu perfeitamente que o conceito vulgar de Deus é uma impossibilidade lógica, que o poderia tornar pelo menos nos termos em que são expostos e que os matemáticos e físico tão bem entendem, como inexistente ou pelo menos com as propriedades (atributos) que se reclamam.

A propósito de xadrez e matemática, seria aqui bem interessante conhecer as ideias essenciais sobre esta relação – modelo – como lhe chamou esse desconhecido Pavle Bidev num artigo em três partes que publicou àcerca de 50 anos, na revista Mail Chess que se editava em Belgrado. Pavle chamou-lhe Novas investigações sobre a origem do xadrez, mas, quando foi republicado cerca de 30 anos depois, na British Chess Magazine, recebeu o título Chess – A Mathematical Model of the Cosmos (Xadrez  - Um Modelo matemático do Cosmos), título bem mais próximo do livro que, entretanto, tinha publicado, Chess A Symbol of the Cosmos (1972).


PS 1) A terminar: Deduz-se do título e da introdução que o xadrez seria a modernização lógica (?) e necessária(?) dos dados, como teria acontecido nos primeiros tabuleiros do Chaturanga?

Mas, se como defende Averbakh o salto qualitativo do xadrez indiano teria sido o abandono dos dados – que significaria o abandono do acaso ou da Lei do Karma – como aceitar que a ausência destes seja uma questão menor para os praticantes do shogi, go ou mesmo do xadrez?

PS 2) Nem a propósito, Bernardino Guimarães publica, hoje, no blogue Peregrino, o belo poema de Ricardo Reis,  Os Jogadores de Xadrez.

Sobre «os dados de Deus», Einstein, xadrez e a matemática do Cosmos

Friday, August 6th, 2010

Lê-se num blogue a frase seguinte

Einstein certa vez disse que “Deus não joga dados”, e ao queparece essa frase se eternizou, hoje eu digo que Deus não joga xadrez. Arminianos, apesar de obstinados, muitas vezes não gostam de ser confrontados no tocante a suas premissas, os que isso fizeram e se mantiveram coerentes com suas crenças tornaram-se teístas abertos.

Eu percebo que os contextos são diferentes. Por isso mesmo transcrevi aqui a frase. Nunca passou pela cabeça de Albert Einstein afirmar que Deus alguma vez tivesse jogado qualquer modalidade desportiva, fosse de tabuleiro ou de mesa ou de pavilhão. Pelos menos no sentido literal em que estaria implícito na afirmação de Einstein. Era tão-só uma metáfora.

E quem conhecia o pensamento ou as leituras de Einstein – era um admirador da ideia de Deus de Espinosa – percebia claramente isto, desde logo, que a sua concepção de Deus afastava-o da própria utilização do termo, o que fazia apenas para facilidade de entendimento.

Quem tenha lido, o essencial de Einstein compreendeu perfeitamente que o conceito vulgar de Deus é uma impossibilidade lógica, que o poderia tornar pelo menos nos termos em que são expostos e que os matemáticos e físico tão bem entendem, como inexistente ou pelo menos com as propriedades (atributos) que se reclamam.

A propósito de xadrez e matemática, seria aqui bem interessante conhecer as ideias essenciais sobre esta relação – modelo – como lhe chamou esse desconhecido Pavle Bidev num artigo em três partes que publicou àcerca de 50 anos, na revista Mail Chess que se editava em Belgrado. Pavle chamou-lhe Novas investigações sobre a origem do xadrez, mas, quando foi republicado cerca de 30 anos depois, na British Chess Magazine, recebeu o título Chess – A Mathematical Model of the Cosmos (Xadrez  - Um Modelo matemático do Cosmos), título bem mais próximo do livro que, entretanto, tinha publicado, Chess A Symbol of the Cosmos (1972).


PS 1) A terminar: Deduz-se do título e da introdução que o xadrez seria a modernização lógica (?) e necessária(?) dos dados, como teria acontecido nos primeiros tabuleiros do Chaturanga?

Mas, se como defende Averbakh o salto qualitativo do xadrez indiano teria sido o abandono dos dados – que significaria o abandono do acaso ou da Lei do Karma – como aceitar que a ausência destes seja uma questão menor para os praticantes do shogi, go ou mesmo do xadrez?

PS 2) Nem a propósito, Bernardino Guimarães publica, hoje, no blogue Peregrino, o belo poema de Ricardo Reis,  Os Jogadores de Xadrez.

«Uma chamada às armas» em defesa da continuação da coluna de xadrez na edição em papel do ‘London Evening Star’

Friday, August 6th, 2010

ChessVibes noticia que a coluna de Leonard Barden foi suspensa da edição impressa e relegada para a edição online do London Evening Star. Premonição?


Na passada segunda-feira, a coluna de xadrez de Leonard Barden no London Evening Standard foi suspensa. Aparecia diariamente praticamente de forma ininterrupta há mais de 50 anos. ChessVibes pede: Juntem-se ao apoio.

O autor de 80 anos, Leonard Barden foi descrito por Brian Walden como o homem que «fez mais pelo xadrez britânico do que qualquer outra pessoa desde o nosso famoso campeão do século XIX, Howard Staunton.»

Barden escrevia uma coluna para o London Evening Standard há mais de 50 anos, mas aparentemente a sua última coluna para a versão em papel apareceu na segunda-feira passada. Foi relegada para a versão online do jornal.

Fãs do xadrez britânico já enviaram “uma chamada às armas” para evitar esta situação.


Mesmo que nunca veja a coluna, é capaz de compreender que este é um rude golpe para o xadrez neste país. Recebemos pouca publicidade enquanto tal e Leonard tem sido um dos nossos maiores propagandistas do jogo. Ele merece o nosso apoio.

Em ocasiões anteriores, quando confrontados por tais ameaças, fizémos campanhas bem sucedidas para restaurar as colunas. Por favor, escreva para o Evening Standard, com as suas próprias palavras, condenando o seu acto de vandalismo. Os contactos são os seguintes:

Editor Geordie Greig
letters@standard.co.uk
managingeditor@standard.co.uk
Evening Standard, Caixa Postal 2309, Londres W8 5EE


Barden, nascido em 20 de Agosto de 1929, em Croydon, Londres, tem escrito sobre xadrez há mais de meio século. Felizmente, a sua coluna no Guardian ainda continua forte. Na véspera do Natal de 2009, este jornal estabeleceu um recorde mundial ao publicar a coluna semanal de xadrez de Leonard Barden; a mais recente numa seqüência ininterrupta de 54 anos e 3 meses.

What did Fischer do with his free time during the 50s-70s before he became world champion? [O que é que Fischer fez nos tempos livres entre 1950-70 antes de ser Campeão do Mundo?]

Sunday, July 11th, 2010

Alex, esceveu Fischer’s lifestyle, no fórum rec.games.chess.misc:

What did Fischer do with his free time during the 50s-70s before he became world champion?

I hear a lot of modern GMs give lessons and lectures and simuls. Did he do the same thing?

Also how much did he earn on average each year?

Alguém que se assina como The Master respondeu-lhe:

One thing young Fischer did before he won the FIDE championship was attend Erasmus High School. Later, he dropped out and began to focus on the things that really matter in life: chess and winning.

One night as Bobby was wandering the streets of Passadena, he was picked up by police and given a friendly tour of the local jail house. He later wrote a pamphlet about this interesting experience.

Bobby played in tournaments, did a simul tour and even went on TV gameshows like ‘What’s My Line?‘ But he was far less active in tournament play than his fans would have liked. The reason? Simple: folks were out to get him.

Take Reshevsky for example. Sammy had deliberately been born a Jew in order to spite Bobby by refusing to play a key match game on Saturday — the Jewish sabbath. Even Reshevsky’s parents were in on the plot (as they must have been when little Sammy was conceived).

But the worst of the lot of conspirators were the Russians. First of all, they held the world championship title. Worse, they kept passing it back and forth between them: first Botvinnik, then Smyslov, then back to Botvinnik. Next a short pass to Tal, then a lateral back to Botvinnik (the team’s quarterback) again. Finally an injury (of the ego) took the old man out of the game and the Russians brought in ‘Iron willed’ Petrosian, who next handed the ball off to Spassky. There was that hated name – Spassky. The one Russian who still gave Bobby fits in the late 1960s by trapping his queen or bravely sacrificing pawns.

Free time? What free time. With nearly everyone out to get him, poor Bobby had little if any time ‘free’ to pursue normal activities like walking the dog or playing frisbee. He had to somehow foil all thos conspirators, remember? They tried to put metal fillings in his teeth in order to learn how to bust the King’s Gambit, but he outsmarted them by just letting his teeth rot! Clever.

And they even tried to trick Bobby into (finally) publishing the book he co-wrote with Larry Evans, so he would make oodles of money and then the IRS would have him by the short ones. But again, Bobby easily outsmarted them. He simply sold his share of the royalties for a song, and then sat back and watched them squirm!

No sinister IRS men would ever be able to catch Bobby Fischer with his pants down. Well, not while he was still alive, anyway.

Bobby liked to bowl, to swim and to waddle — I mean walk. But he is quite famous for the following quote: ‘All I want to do, ever, is to playchess.com’. This is one world champion who, rather than having a wide variety of interests and just happening to have great chess talent, was literally obsessed with the game. His idea of a chess lesson was to read an encyclopedia of chess openings - then read it again. Now THAT’S obsession.

Jkh001 corrige:

Anachronism. That incident took place around 1980.

Chiffres informa-nos:

Bobby went on I Got a Secret to get money to go to a tournament in Moscow. See the video on YouTube:

Robert Byrne went on To Tell the Truth. I don’t think Bobby was ever on What’s My Line.

parrthenon escreve:

THIS CRAzY WORLD OF CHESS by GM Larry Evans

It wasn’t until his world championship match with Boris Spassky in 1972 at the height of the Cold War that chess made a big breakthrough in America. While we were training at Grossinger’s Resort in 1971, he told me with great pride that he earned $30,000 the previous year, a pittance compared to star athletes. Yet by now offers were starting to pour in. His celebrity was assured when Mike Wallace interviewed him for 60 Minutes, the nation’s most popular TV news program.

I WAS TORTURED IN THE PASADENA COURTHOUSE by Bobby Fischer, The world chess champion. Copyright 1982.

“About 2:00 p.m. Tuesday afternoon, May 26, 1981, as I was peacefully and lawfully walking towards Lake Street in Pasadena across from the Kaiser Permanente medical offices, a policeman in a car suddenly pulled up alongside the curb and said he wanted to talk to me because I fitted perfectly the description of a man who had just committed a bank robbery… The policeman then proceeded to ask me a number of questions regarding my name, residence, age, etc. I answered all of these questions politely and truthfully. He then began to repeat the questions over and over again. I answered them over and over again. He asked for my identification and I showed it to him. He asked how long I’d lived in the area, and where I was from originally. I told him. He asked what I did for a living and I told him. Suddenly a second police car pulled alongside and I was soon surrounded by at least three or four policemen….”

THIS CRAzY WORLD OF CHESS by GM Larry Evans

In 1974 Playboy asked me to do a feature interview with Bobby. I told them he wouldn’t do it unless he got paid. They offered to send the «two of us to a resort of our choice and indicated they were willing to donate money to his favorite charity. I contacted Bobby who demanded $50,000 for his favorite charity—himself. Alas, the interview fell through.

In 1976 Bobby rejected another fabulous offer in the millions to play Brazilian prodigy Henrique Mecking in Manila. “I’m too busy with my lawsuits to concentrate on chess,” he explained.

After that we kept in touch by phone and mail until he went off the deep end in 1982 by writing a pamphlet about being tortured in the Pasadena jailhouse which he signed as “Robert D. James (professionally known as Robert J. Fischer or Bobby Fischer, The World Chess Champion).” Okay, there may be something to his claims about being ill-treated by the police, yet his life was falling apart. After 15 years he broke with his Church in 1977 and wrote a scathing essay blasting his own stupidity: “Once I quit tithing, my mind started to clear up. I’m not interested in getting my money back. I just want to make sure that nobody gets ripped off mentally.”

He lived in flophouses, grew an unkempt beard, handed out anti-Semitic leaflets on the street and became a recluse. Diehard Fischer-watchers call this period his “wilderness years.”

One reporter said, “There was this growing dilemma in looking for Fischer. The more you knew about him, the less you actually wanted to find him.” If a friend talked about him to a reporter or wrote about him, Bobby would have nothing more to do with that person….

Most champions have a period when they are virtually invincible and Fischer’s reign was brief, almost meteoric. He burned out when he reached his peak, whereas Kasparov kept improving. I think all we can say with certainty is that the gap between Fischer and his rivals in 1972 was greater than the gap that exists now between the world champion and his rivals.

Taylor Kingston escreve que:

Lectures and simuls have long been a major source of incomefortop players. World Champions such as Lasker, Capablanca, and Alekhine would often go on long worldwide simul tours. Fischer probably did not do quite as much of that as they, but he still did some, for example his nationwide US tour of 1964, described in “A Legend on the Road” by IM John Donaldson.

As for giving lessons, i.e. private tutoring, I don’t recall that Fischer did much if any of that. My general (though admittedly not at all authoritative) impression is that World Champions have done little of that; it seems to be more the province of lesser players, e.g. IM Jeremy Silman and NM Bruce Pandolfini. An exception was otvinnik, but of course his chess school had state support.

(…)

The original question was about Fischer “during the 50s-70s before he became world champion.” The 1981 Pasadena incident was outside that time period, and thus is irrelevant to the question. To present it in answer to the question gives the misleading impression that it occurred “during the 50s-70s.”

“Un ano para el Ajedrez” – um hino à «grandeza das criações humanas»

Tuesday, June 15th, 2010

Este livro foi concebido, através de um exercício de efemérides, como uma História do Xadrez e serve tanto para o simples entusiasta como para o grande mestre.

O leitor descobrirá nas suas páginas a evolução moderna deste nobre jogo desde a época de Philidor, em plena Revolução Francesa, até aos dias de hoje. Mas a intenção da obra não se esgota aí, através das partidas e posições que nelas se reproduzem, peças escolhidas pelas suas qualidade e táctica, além da beleza que encerram, o leitor poderá melhorar o seu nível no tabuleiro ao mesmo tempo que desfrutará da destreza e da arte dos xadrezistas consagrados.

E, como livro de História que é, descobrirá, igualmente, que o Xadrez faz parte da vida quotidiana do homem, desde a sua invenção e com ele convive nas suas alegrias e misérias, através de tudo o que o ser humano pode gerar: ciência, arte, literatura, religião, guerra…

Tem-se por verdadeiro que a origem do nosso Xadrez actual radica num ancestral jogo indiano chamado Chaturanga.

No momento em que se publica Un año para el Ajedrez, o Campeão do Mundo é, precisamente, Viswanathan Anand, um cidadão indiano. Ao contrário do que alguns afirmam, a História não se repete: o que se repete e perpetua é a grandeza das criações humanas. E o Xadrez, isso que pretendemos reflectir no livro, é uma dessas grandes criações.

Lido em tiendadeajedrez.com.

Saber mais em Notícias Ajedrez Tenerife, onde Angel Jiménez Arteaga, analisa e comenta de forma sistemática e cuidada a obra de Javier Guzmán, Doutor em História e professor universitário desta disciplina e perito na nobre história do xadrez.

São de  A J Arteaga as palavras finais do seu artigo

No cabe duda que indagar en las bonitas historias de ajedrez narradas en el recién salido libro de Javier Guzmán, Un año para el ajedrez, constituye toda una gran experiencia placentera que animará sin duda a nuestros espíritus!


O livro foi editado,  pela Editorial Chessy [€ 17,90, 220 p.]

Sobre o autor


Javier Guzmán (Cádiz, 1970) es Doctor en Historia y profesor universitario de esta disciplina. Desde 1994 imparte clases de Historia Antigua en la Universidad de Cádiz. El ámbito de sus estudios, que progresivamente se han ido centrando en el análisis de las estructuras cotidianas del hombre en su evolución histórica, con un particular interés en las manifestaciones culturales y la simbología del ocio, le llevó hace algunos años al estudio de la Historia del Ajedrez, en cuyo conocimiento es un experto, y de cuya práctica es un entusiasta defensor.

(Editorial Chessy)

Jogar xadrez na Idade Média [Playing chess in medieval times]

Wednesday, June 2nd, 2010

Taylor Kingston escreveu em rec.games.chess.misc group no tópico Playing chess in medieval times, sobre a partida de xadrez entre Francesco di Castellvi vs Narciso Vinyoles, Valência (Espanha) 1475. A partida encontra-se registada na base de dados Chesgames.

Eis os seus comentários publicados naquele fórum

If you’re willing to wade through a somewhat dense, highly detailed, scholarly treatment, I would recommend H.J.R. Murray’s “A History of Chess” (Oxford, 1913). Part 2, “Chess in Europe“, describes the introduction of shatranj to Europe from the Islamic world, and its evolution there into the modern game. Regional rule variants and ”assizes” — for example in Spain, Lombardy, Germany, France, England, and Iceland — are described. What may be a few complete games, or at least game fragments (it’s hard to be sure without going laboriously through the old notation), that have survived from medieval manuscripts circa 12th-13th centuries CE are given.


D.B. Pritchard’s “Encyclopedia of Chess Variants” (1994), in its entry “Medieval Chess“, says that «One manuscript of the 13th century gives the rules of 44 variants», but he does not  name the MS.

Pritchard claims that «no record of a game has survived from the medieval period», but he does mention a  correspondence shatranj tournament organized by the Deutsches Wochenshach (German Chess Weekly) in 1913, in which a number of German masters took part, and he gives one full game, between von Holzhausen and Ahrend. He also  gives couple more, one ancient and one modern (Jacobs-Thomas, 1914) in the Shatranj entry.

In a lighter vein, you might enjoy two articles in “The Human Comedy of Chess” by GM Hans Ree (reviewed here:  http://www.chesscafe.com/text/hcc.txt), ”Ziryab the Musician” and “as-Suli’s Diamond.” The first discusss how chess might have been brought to Europe, the second a masterful endgame study by an Arabian who lived circa 880-946 CE.

I don’t see how it would be possible to dermine how good medieval players were without a reasonably large sample of games to evaluate. Islamic records do name various individual champions, but I don’t know if any medieval European records doing so are known. I do recall that in the film “Becket” King Henry II (played by Peter O’Toole) claims that Thomas Becket (Richard Burton), later Archbishop of Canterbury, can «heckmate the lot of you» or words to that effect, but whether this was based on fact I cannot say.

The game cited below uses the modern rules.

(…)

Adding to my previous post, I note that “The Even More Complete Chess Addict” by Fox and James (1993), page 115, gives a provisional list of unofficial Islamic shatranj champions that covers much of the Middle Ages. Most were Persian. They admit it’s rather speculative, but it is based on various historical documents.
They list no European champions until Ruy Lopez in the late 1500s, by which time the modern rules had evolved. It would seem that either medieval European records are less well preserved, or European chess play in that era was so localized and unorganized that no one of any champion’s stature was recognized.

Phil Innes adds

Also see: Birth of the Chess Queen, by Marilyn Yalom. While extant game scores are very difficult to find, there were early chess books which illustrated what we would nowadays call openings – though as you and others have been observing here, early games often contained howlers from both sides. Still, there is The Book of the Games of Chess, Dice, and Boards [Libro de los Juegos de Axedrez, Dados, y Tablas] dated 1283.
Proper research on early games should be conducted in Spain, or more exactly, in Catalonia, which was the original seed-bed for all Europe.

In The Book of the Games… instead of game scores there are tabla… significant positions recorded in engravings; I recommend 6 in particular [here given with Yalom's captions]:

a) The Spanish King Alfonso X playing an unidentified woman, and ;
b) Two elegant young ladies with high hats symbolizing status.
c) Nuns were allowed to play chess in Spaon during the reign of
Alfonso X, despite Church prohibition elsewhere, and
d) Edward 1 of England and his fiancée, Eleanor of Castile.
e) Chess was a common pastime for Moorish women in Spain, as it was for their sisters throughout the Muslim world. Note the fingers covered with henna.
f) Beautiful young ladies plaing chess.

Two points: the text reads, “Alfonso’s game book occasionally contains nontechnical insertions … but the second, if you can view the paintings, is that the positions between the players often contain a puzzle or a significant table for an opening.

Cordially, Phil Innes


The oldest chessgame on record was played between Francesco di Castellvi and Narciso Vinyoles in 1475. Francesco was a lord of several towns in the area of Jativa and Valencia, Spain, and served as advisor in the Argonese court of King Ferdinand. He passed away in 1506.

Narcis was born between 1442 and 1447 and was a politician and writer. in 1495, King Ferdinand recommended him for the position of ‘Justica Criminal’. he was married to Brianda de Santangel, niece of the banker who financed the voyage of Christopher Columbus.

Francisco and Narcis co-authored the ’scachs d’amor’ (or the Chess of Love), a Catalan poem that describes the first modern game of chess.

The oldest game also features the oldest opening in history! can you guess what it is? (hint: it’s not the ruy lopez).

In chess.com.


Eis a partida (game).  Ver em Chessgames.

[Event "Valencia"]
[Site "Valencia"]
[Date "1475.??.??"]
[Eventdate "1475"]
[Result "1-0"]
[White "Francesco di Castellvi"]
[Black "Narciso Vinyoles"]
[ECO "B01"]
[Plycount "41"]
1.e4 d5 2.exd5 Qxd5 3.Nc3 Qd8 4.Bc4 Nf6 5.Nf3 Bg4 6.h3 Bxf3 7.Qxf3 e6 8.Qxb7 Nbd7 9.Nb5 Rc8 10.Nxa7 Nb6 11.Nxc8 Nxc8 12.d4 Nd6 13.Bb5+ Nxb5 14.Qxb5+ Nd7 15.d5 exd5 16.Be3 Bd6 17.Rd1 Qf6 18.Rxd5 Qg6 19.Bf4 Bxf4 20.Qxd7+ Kf8 21.Qd8#
1-0
Ver também

ANDOR LILIENTHAL – 8 DE MAIO DE 2010

Thursday, May 13th, 2010
Andor LilienthalO último dos primeiros Grandes-mestres, faleceu Sábado passado, dia 8 de Maio de 2010, 3 dias depois do seu 99º aniversário.Andor Liliennthal, conheceu pessoalmente todos os Campeões do Mundo de xadrez à excepção do primeiro, William Steinitz.Chegou a ser anfitrião e amigo pessoal do maior de todos eles - "Bobby" Fischer.Aos 58 anos de idade publicou a sua auto-biografia sem suspeitar que meia vida ainda ia ter por diante.De origem russa nasceu em Moscovo, no entanto, a sua familia cedo se mudou para Budapeste, onde o anti-semitismo soviético era menos agressivo.Ali, aprendeu a jogar xadrez em idade tardia, aos 16 anos, conseguindo ainda assim recuperar o tempo perdido em passos de gigante.A sua paixão, aliada do seu talento natural para o jogo do xadrez, levaram-no em tenra idade ao Café de la Regence de Paris, onde derrotou com surpresa o então Campeão do Mundo Alexander Alekhine numa série de partidas rápidas.Provavelmente, o xadrez salvou a vida a Lilienthal, pelo menos numa ocasião;graças a uma estrondosa victória sobre o lendário Raul Capablanca, foi convidado a participar no Torneio de Moscovo de 1935.Desta forma, o destino se encarregou de afastar o heroi desta história real da cidade de Budapeste na altura da ocupação nazi.Após, os anos turbulentos da Segunda Guerra Mundial, a Federação Internacional de Xadrez criou o titulo oficial de Grande-mestre.Lilienthal, foi um dos primeiros 27 eleitos a recebe-lo.Em 1992, quando "Bobby" Fischer reapareceu na Jugoslávia para a reedição do match de 1972 contra Boris Spassky, Lilienthal era somente mais um admirador presente que não queria perder o acontecimento.Quando Fischer o viu sentado entre os assistentes à sua primeira conferência de imprensa gritou-lhe "e5xf6!!".A referência era feita em tributo a uma das partidas mais famosas de todos os tempos e onde Lilienthal se impôs a Capablanca num poderoso sacrificio de dama.Foi assim o começo da amizade entre estes dois homens e quando Fischer desapareceu de novo, procurou refugio na casa de Lilienthal.Por duas vezes viuvo, a sua terceira mulher, trinta anos mais nova, costumava brincar com a diferença de idades dizendo ser demasiado velha para ele!Já cumprindos 95 anos, Lilenthal seguia fazendo o que lhe apetecia e lhe dava prazer;fumava, nadava assiduamente, viajava com frequência e como é obvio jogava xadrez.A quem ficava admirado com a sua longevidade e boa memória respondia sempre o mesmo:"O xadrez ajuda-me a manter a lucidez".Andor Lilienthal, Grande-mestre de xadrez, nascido a 5 de Maio de 1911 e falecido em Budapeste a 8 de Maio de 2010.As poucas linhas que escrevo são um convite à vida e às partidas de outro super-herói que já não está fisicamente entre nós.Mesmo, na sua morte, o seu nome e legado fazem-me sorrir.>>

ANDOR LILIENTHAL – 8 DE MAIO DE 2010

Thursday, May 13th, 2010

Andor Lilienthal

O último dos primeiros Grandes-mestres, faleceu Sábado passado, dia 8 de Maio de 2010, 3 dias depois do seu 99º aniversário.
Andor Liliennthal, conheceu pessoalmente todos os Campeões do Mundo de xadrez à excepção do primeiro, William Steinitz.
Chegou a ser anfitrião e amigo pessoal do maior de todos eles - "Bobby" Fischer.
Aos 58 anos de idade publicou a sua auto-biografia sem suspeitar que meia vida ainda ia ter por diante.
De origem russa nasceu em Moscovo, no entanto, a sua familia cedo se mudou para Budapeste, onde o anti-semitismo soviético era menos agressivo.
Ali, aprendeu a jogar xadrez em idade tardia, aos 16 anos, conseguindo ainda assim recuperar o tempo perdido em passos de gigante.
A sua paixão, aliada do seu talento natural para o jogo do xadrez, levaram-no em tenra idade ao Café de la Regence de Paris, onde derrotou com surpresa o então Campeão do Mundo Alexander Alekhine numa série de partidas rápidas.
Provavelmente, o xadrez salvou a vida a Lilienthal, pelo menos numa ocasião;
graças a uma estrondosa victória sobre o lendário Raul Capablanca, foi convidado a participar no Torneio de Moscovo de 1935.
Desta forma, o destino se encarregou de afastar o heroi desta história real da cidade de Budapeste na altura da ocupação nazi.
Após, os anos turbulentos da Segunda Guerra Mundial, a Federação Internacional de Xadrez criou o titulo oficial de Grande-mestre.
Lilienthal, foi um dos primeiros 27 eleitos a recebe-lo.
Em 1992, quando "Bobby" Fischer reapareceu na Jugoslávia para a reedição do match de 1972 contra Boris Spassky, Lilienthal era somente mais um admirador presente que não queria perder o acontecimento.
Quando Fischer o viu sentado entre os assistentes à sua primeira conferência de imprensa gritou-lhe "e5xf6!!".
A referência era feita em tributo a uma das partidas mais famosas de todos os tempos e onde Lilienthal se impôs a Capablanca num poderoso sacrificio de dama.
Foi assim o começo da amizade entre estes dois homens e quando Fischer desapareceu de novo, procurou refugio na casa de Lilienthal.
Por duas vezes viuvo, a sua terceira mulher, trinta anos mais nova, costumava brincar com a diferença de idades dizendo ser demasiado velha para ele!
Já cumprindos 95 anos, Lilenthal seguia fazendo o que lhe apetecia e lhe dava prazer;
fumava, nadava assiduamente, viajava com frequência e como é obvio jogava xadrez.
A quem ficava admirado com a sua longevidade e boa memória respondia sempre o mesmo:
"O xadrez ajuda-me a manter a lucidez".
Andor Lilienthal, Grande-mestre de xadrez, nascido a 5 de Maio de 1911 e falecido em Budapeste a 8 de Maio de 2010.
As poucas linhas que escrevo são um convite à vida e às partidas de outro super-herói que já não está fisicamente entre nós.
Mesmo, na sua morte, o seu nome e legado fazem-me sorrir.


>>
Links

Acerca
As últimas notícias do xadrez nacional e internacional.

Páginas
  • Acerca

  • Arquivos
  • February 2012
  • January 2012
  • December 2011
  • November 2011
  • October 2011
  • September 2011
  • August 2011
  • July 2011
  • June 2011
  • May 2011
  • April 2011
  • March 2011
  • February 2011
  • January 2011
  • December 2010
  • November 2010
  • October 2010
  • September 2010
  • August 2010
  • July 2010
  • June 2010
  • May 2010
  • April 2010
  • March 2010
  • February 2010
  • January 2010
  • December 2009
  • November 2009
  • October 2009
  • September 2009
  • August 2009
  • June 2009
  • February 2009
  • January 2009

  • Categorias
  • 2009 (110)
  • 2009 BEST CHESS GAMES (5)
  • A INTUIÇÃO NO XADREZ (1)
  • A Tábua de Flandres (1)
  • A31 (1)
  • Aaron Schwartzman (1)
  • ABERTURA INGLESA; XADREZ ANÁLISES (3)
  • ADRIAN MIKHALCHISHIN (1)
  • AEJ SÃO JOÃO DA MADEIRA (2)
  • AJEDREZ EN ARGENTINA (2)
  • Akopian (4)
  • ALAN BATES (2)
  • ALEKHINE DEFENSE (2)
  • Alexander Morozevich (4)
  • ANA MATNADZE (1)
  • Angola (17)
  • Aniversário (4)
  • Anna Ushenina (1)
  • ANTHONY QUINN (2)
  • António Bravo (1)
  • ANTÓNIO FRÓIS (10)
  • ANTÓNIO MAMEDE DIOGO (2)
  • António P Santos (9)
  • ANTONIO VIRIATO FERREIRA (78)
  • Apoios (2)
  • Argentina (15)
  • Ariana Pintor (4)
  • ARIEL SORIN (2)
  • ARLINDO VIEIRA (3)
  • Aronian (15)
  • Artigos (21)
  • Arturo Pérez-Reverte (3)
  • AS MELHORES PARTIDAS DE XADREZ DE 2009 (2)
  • ASSOCIAÇÃO ACADEMICA DE COIMBRA (1)
  • ASSOCIAÇÃO DE XADREZ DE AVEIRO (2)
  • Ateneo de Caceres (2)
  • Autismo (1)
  • axime Vachier-Lagrave (1)
  • Azerbeijão (1)
  • B02 (1)
  • B03 (2)
  • B21 (2)
  • Bacrot (1)
  • BATMAN (1)
  • BEING JOHN MALKOVICH (1)
  • BOBBY FISCHER (189)
  • Boris Gelfand (18)
  • Boris Spassky (8)
  • Brasil (96)
  • BULLET CHESS (5)
  • C42 (1)
  • C45 (4)
  • Camp Nacional (3)
  • Campeonato do Mundo de Juniores (9)
  • Campeonato europeu de xadrez em selecções (10)
  • Campeonatos (1)
  • Carlos Abreu Amorim (1)
  • Carlos Cardoso (1)
  • Carlos Dias (11)
  • Carlsen (1)
  • Carta Aberta (14)
  • CASA DO XADREZ DE ALPIARÇA (6)
  • CDP (4)
  • Cheparinov (10)
  • CHESS ANALOGIES (2)
  • CHESS AND BASKETBALL (1)
  • CHESS AND LIFE (3)
  • CHESS AND SURF (1)
  • CHESS FOR FUN (3)
  • CHESS IN GEORGIA (1)
  • CHIUAHUA MEXICO (2)
  • Citações (8)
  • Comunidade (105)
  • CONQUER THE KINGS (2)
  • Crónicas (114)
  • Curiosidades (2)
  • Delegados (3)
  • Desporto (64)
  • Diagram Generator (230)
  • Dias Ferreira (1)
  • DINAMIC CHESS (1)
  • DIVULGAÇÃO DE TORNEIO DE XADREZ (1)
  • Duchamp (1)
  • DWAYNE WADE (1)
  • ECHECS EN LA ROCHELL (1)
  • Eduardo Iturrizaga (4)
  • Eleições (87)
  • Elo FIDE (2)
  • Entrevista (47)
  • EPIC VIDEOS (1)
  • Equipas (19)
  • ESCACS ANDORRA (6)
  • Estado do Xadrez Nacional (3)
  • Estatutos (17)
  • ESTEVE MATEU (1)
  • Estratégia (1)
  • Ética (8)
  • Faik Gasanov (2)
  • Falko Bindrich (1)
  • FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ (11)
  • Federações Desportivas (99)
  • Femininos (5)
  • FERNANDO CASTRO (2)
  • FEVA (10)
  • FIDE (231)
  • FPX (362)
  • FRANCESC RECHI (1)
  • Francisco Benko (1)
  • GARRY KASPAROV (37)
  • Georgiev (1)
  • GEOVISITES (1)
  • Geral (735)
  • GEVA (1)
  • Gripe (1)
  • Gripe A (1)
  • Gripe H1N1 (1)
  • GRUPO DE XADREZ DO PORTO (1)
  • HUMAN RIGHTS (1)
  • ICC (3)
  • Igor Bondarevsky (1)
  • Ilegalidades (1)
  • Inconstitucionalidades (1)
  • INQUÉRITO AOS LEITORES DO BLOG (3)
  • Internet (4)
  • INTERNET CHESS GAMES (4)
  • Isabel Alçada (1)
  • Jairo (1)
  • JAQUE MATE EN 100 (1)
  • JIM CARREY (2)
  • Joke (5)
  • JORGE FERREIRA (9)
  • Jorge Jesus (1)
  • José Manuel Meirim (76)
  • JOSE RAUL CAPABLANCA (5)
  • Jovens (13)
  • Kateryna Lahno (2)
  • Khanty-Mansia (1)
  • Khanty-Mansiisk (1)
  • KOBE (1)
  • Kramnik (5)
  • KUNG FU STYLES (2)
  • la Sele (1)
  • LAS AVENTURAS DE SARAKHATKHAN (1)
  • LAST MAN STANDING GAME (2)
  • Laurent Fressinet (3)
  • LEBRON (1)
  • Leonard Kleinrock (1)
  • LEVON ARONIAN (19)
  • LIGA DE CLUBES (2)
  • Livros (32)
  • Ljubomir Lijbojevic (1)
  • Los Angeles (1)
  • Luke McShane (11)
  • LUSOXADREZ (5)
  • MAGNUS CARLSEN (64)
  • Manifesto (1)
  • Maradona (1)
  • MARC TORRENT (1)
  • MATRIX (2)
  • Maxime Vachier-Lagrave (4)
  • Memorial Tal (18)
  • MICHAL RACHON (1)
  • MICHALA RACHONIA (1)
  • MIGUEL NAJDORF (4)
  • Miguel Pires (1)
  • MIKHAIL BOTVINNIK (2)
  • MIKHAIL TAL (12)
  • MIKIS THEODORAKIS (2)
  • Min Justiça (1)
  • MIND POWER (2)
  • Ministério Público (1)
  • Moscovo (26)
  • Mundial 2010 (1)
  • Mundial de Jovens (1)
  • NANJING PEARL SPRING CHESS 2009 (2)
  • Nataila Zdebskaja (1)
  • Natalia Pogonina (8)
  • Natalia Zhukova (1)
  • NBA (1)
  • NEW GAME BASED ON CHESS (2)
  • No Comments (35)
  • NO MERCY (1)
  • Novi Sad (10)
  • OPEN DAS LATAS 2009 (1)
  • OS LEITORES DECIDEM (1)
  • Pairings (1)
  • parabéns (3)
  • PAUL PIERCE (1)
  • PÉNIS PUTIN (1)
  • PETER LEKO (6)
  • Peter Svidler (10)
  • piada (14)
  • Ponomariov (9)
  • Portugal (103)
  • PORTUGAL `A DERIVA (1)
  • POWERFUL CHESS NOVELTIES (2)
  • PROBLEMAS DE XADREZ (2)
  • Radjabov (3)
  • RARE CHESS PHOTOS; CHESS HISTORY (1)
  • RAUL GARCIA (1)
  • Rauni Kilde (1)
  • RAY ALLEN (1)
  • Rúsia (1)
  • russia (124)
  • Santana Castilho (1)
  • Saric (2)
  • Sergei Zhigalko (1)
  • Sérgio Rocha (155)
  • Sérvia (10)
  • STRATEGIC AND PSYCOLOGICAL GAMES (1)
  • Susana Ferreira (7)
  • Taça da Europa (2)
  • TAL MEMORIAL 2009 (12)
  • THE KILLING JOKE (1)
  • THE MASK (2)
  • THE OTHER RUSSIA COALITION (1)
  • TODO AJEDREZ (2)
  • TOP CHESS BLOGS (4)
  • Topalov (27)
  • TORNEIO DE XADREZ LATADA 2009 (1)
  • Torneios (23)
  • TRIBUTE (2)
  • UCLA (1)
  • Uma ternura no Ministério (1)
  • Vachier-Lagrave (3)
  • Vasco Ramos (7)
  • VESELIN TOPALOV (11)
  • VIDA (1)
  • VIRIATOVITCH CHESS (11)
  • VIRIATOVITCH CHESS GAMES (7)
  • VISWANATHAN ANAND (18)
  • VLADIMIR KRAMNIK (30)
  • WALTER TARIRA (3)
  • WOMEN OF CHESS (1)
  • World Chess Cup (1)
  • WORLD CHESS NEWS (11)
  • xadrez (159)
  • XADREZ ANÁLISES (7)
  • XADREZ CURIOSIDADES (5)
  • XADREZ EM COIMBRA (1)
  • XADREZ ÉPOCA 2009/ 2010 EM PORTUGAL (1)
  • XADREZ FORMAÇÃO (1)
  • XADREZ INTERACTIVO (1)
  • XADREZ JOVEM (2)
  • XADREZ NA INTERNET (1)
  • XADREZ OPINIÃO (18)
  • XADREZ PORTUGAL (21)
  • XadrezPT (1)
  • XEQUE-MATE EM 100 (1)
  • you tube (63)
  • youtube (67)
  • YOUTUBE CHESS VIDEOS (6)
  • ZON (3)
  • ZORBA THE GREEK (2)

  • Publicidade

    Meta

    Log in