O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias apresentou hoje as linhas gerais do projecto de formação de treinadores de desporto e o presidente do IDP, Luis Sardinha, explicou as linhas base deste modelo de formação.
Sobre este assunto, ler o artigo do Record,
O Programa Nacional de Formação de Treinadores foi esta quarta-feira apresentado pelo secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, num modelo a funcionar em quatro graus diferenciados de exigência.
O projecto apresentado distingue os treinadores desportivos em quatro patamares, sendo que os três últimos têm como pré-requisitos a escolaridade mínima obrigatória em vigor (o 12.º ano).
Laurentino Dias falou do projecto que começou a ser delineado ainda em 2005, quando o programa de ação governativa assinalava a «valorização dos agentes e em particular dos treinadore».
«Cumprimos este objectivo com a participação da entidade representativa dos treinadores portugueses, a confederação dos treinadores portugueses (CPAT), as universidades e federações desportivas», referiu o secretário de Estado.
Para Laurentino Dias, este programa de formação significa a vontade de que os treinadores tenham uma «formação adequada, ao seu melhor nível, a um nível europeu e mundial» e que «é assim que se fazem as revoluções no desporto português». De acordo com o responsável do governo é importante assinalar que «este percurso legislativo não põe em causa os treinadores desportivos que exercem hoje, mas que é um percurso para o futuro».
Também José Curado, da CPAT, referiu que este «novo enquadramento legal não é contra ninguém» e que o programa se destina fundamentalmente a «preparar um futuro melhor».
Coube ao presidente do Instituto do Desporto (IDP), Luís Sardinha, explicar que se «trata de uma reforma do modelo de formação» e que caberá ao IDP a certificação da formação, numa “estrutura” que tem quatro graus.
Luís Sardinha referiu ainda que até ao final do ano as federações desportivas irão disponibilizar informação quanto às competências e saberes específicos de cada modalidade.
Outro aspecto de intervenção no modelo por parte das federações é das “correspondências” dos anteriores graus aos que estão previstos neste Programa Nacional de Formação de Treinadores.
Neste modelo, a escolaridade obrigatória é requisito para o segundo, terceiro e quarto graus, enquanto que o primeiro grau está aberto à escolaridade obrigatória que vigorava na data de nascimento do candidato a treinador.
Lido em Record online.

O Programa Nacional de Formação de Treinadores foi esta quarta-feira apresentado pelo secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, num modelo a funcionar em quatro graus diferenciados de exigência.
Laurentino Dias falou do projecto que começou a ser delineado ainda em 2005, quando o programa de ação governativa assinalava a «valorização dos agentes e em particular dos treinadore».
Coube ao presidente do Instituto do Desporto (IDP), Luís Sardinha, explicar que se «trata de uma reforma do modelo de formação» e que caberá ao IDP a certificação da formação, numa “estrutura” que tem quatro graus.
Os novos requisitos a que passam a ser obrigados os monitores e treinadores que orientam e conduzem actividades físicas e desportivas vão estar em análise em mais uma sessão das “Tertúlias da Confederação”.
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