Podia ler-se ontem no Chesse Base que
A nossa história do 1º de Abril não foi uma piada: teve um grande, mesmo profundo, eco. O GM Yasser Seirawan enviou-nos algumas ideias sobre o paradoxo de Fermi , enquanto outros leitores nos pediram para divulgar mais artigos com «histórias que abordam as relações do xadrez com outras áreaas da actividade humana».
E publicada um texto do norte-americano Yasser Seirawan, My answe
r to the Fermi paradox (A minha resposta ao paradoxo de Fermi), no qual o grande-mestre, afirmava, a tíitulo de introdução que
A minha resposta para o paradoxo de Fermi é a simples e óbvia: as sociedades avançadas extraterrestres tornaram-se virtuais. Eles construíram expansivos mundos de estonteante e complexidade beleza. Aprenderam a colocar os corpos em estados criogénicos em máquinas de energia solar para que possam alargar o seu ciclo de vida e evitar lesões, bem como virus. Criaram complexos avatares de si mesmos nos mundos virtuais que eram muito mais resistentes do que os seus próprios corpos.
O artigo continua em ChessBase.
O artigo que parece um conto de ficção científica – sê-lo-á para muitas mentes – não destoa muito dos escritos e contos de antecipação científica de Jules Verne, Arthur C. Clarke ou mesmo de Carl Sagan.
